<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601</id><updated>2012-01-25T05:13:45.339-08:00</updated><category term='Maquiavel'/><category term='Egito'/><category term='Reis do Egito'/><category term='Estudos'/><category term='Rei Davi'/><category term='Movimentos'/><category term='Ritos Outros'/><category term='Templo'/><category term='RER'/><category term='Biblicos Jacó'/><title type='text'>REAA - Rito Escocês Antigo e Aceito</title><subtitle type='html'>www.ritoescoces.com.br</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-5032107213224572357</id><published>2010-02-12T06:05:00.000-08:00</published><updated>2010-02-12T03:32:53.787-08:00</updated><title type='text'>MAÇONARIA E JUDAÍSMO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.permutalivre.com.br/img_produto/grande/img1414239.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" iq="true" src="http://www.permutalivre.com.br/img_produto/grande/img1414239.jpg" width="197" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A tradição judaica não é dominada por muitos escritores maçônicos que, por isto mesmo, cometem muitos pecados de interpretação no tocante a sua influência na maçonaria. Antes de apontar a influência judaica na maçonaria seria interessante fixar alguns traços da cultura judaica, comumente desprezados, para não se incorrer em erros lamentáveis. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja-se, por exemplo, as colunas do Templo de Salomão que estão citadas em Reis I, 7, 21: “Ergueu as colunas diante do pórtico do santuário; ergueu a coluna do lado direito, à qual deu o nome de Jaquin; ergueu a coluna da esquerda e chamou-a Boaz”. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;MONOGRAFIAS MAÇÔNICAS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;pelo Ven.Irmão WILLIAM ALMEIDA DE CARVALHO 33&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;MAÇONARIA E JUDAÍSMO&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte www.freemasons-freemasonry.com&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se pergunta a um professor de hebraico o que significa BOAZ, ele discorrerá sobre o significado e a tradução desta palavra. Se perguntarmos, ao mesmo professor, o que significa BOOZ, muito empregada pelos maçons franceses e repetida pelos brasileiros e que é uma corrupção de BOAZ, ele não saberá, obviamente, o significado da palavra, pois ela não tem nada a ver com o hebraico. Quanta discussão inútil se evitaria se se pudesse resolver a questão filologicamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os caracteres da escrita hebraica não possuem vogais. Normalmente são substituídos por sinais (massoréticos) que agem como vogais. Assim se um judeu religioso escrevesse o nome de Deus em hebraico no alfabeto ocidental soaria algo como: D--s ou N-ss- S-nh-r, tomando todo o cuidado para não tomar o santo nome em vão. Os judeus pronunciam o nome de Deus de várias maneiras: El, Eloim, El Shadai, Adonai etc. Contudo, o nome inefável de Deus [desnecessário dizer que o hebraico se lê da direita para a esquerda] raríssimamente é grafado (quando o é, normalmente para uso em pesquisa etimológica sobre a origem do Nome) ou pronunciado (sendo nestas pouquíssimas vezes, não é propriamente pronunciando e sim soletrado com as letras hebraicas: iod, hei, vav e hei). Em inglês, o nome inefável é transliterado como YHVH (Javé em Português como se verá a seguir). Os estudiosos cristãos ensinam que os judeus adoram Deus com um nome relacionado com a letra W. Tal fato se deve a dominação que os alemães exerceram no campo teológico nos últimos duzentos anos. O W em alemão é pronunciando como o V em português e inglês e o vav em hebraico. Os alemães também grafam como J onde encontram o iod hebreu ou o Y em inglês (tal letra inexiste no alfabeto português) quando ele ocorre. Assim YHVH apareceria como JHWH. A Bíblia de Jerusalém grafa como Javé e/ou Iahweh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição judaica afirma que a atual pronúncia do Nome é um segredo para sempre perdido desde a destruição do Templo e é considerado impróprio tentar pronunciar o Nome. Quando o Nome ocorre em caracteres hebraicos deve ser usada uma palavra substituta, ou seja Adonai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro traço importante na cultura religiosa hebraica é o termo Bíblia. Claro que Bíblia é o têrmo português para a palavra hebraica Tanach. Tanach ou Tanack é um acrônimo construído pelas três seções da Bíblia: a Torah, ou seja a Lei, o Nevi’im, ou seja os Profetas e o Kesuvim ou Ketuvim, ou seja os Escritos ou os Hagiógrafos. Na versão moderna, constituem os 39 livros (considerando-se Samuel I e II e Reis I e II como livros separados) da Escritura Hebraica que, obviamente, os judeus não chamam de Velho Testamento. Aquilo que os cristãos chamam de Velho Testamento e Novo Testamento, os judeus chamam de Escritura Hebraica e Escritura Cristã. O cânon hebraico difere do cânon cristão por desconsiderar os livros escritos em grego e os suplementos gregos de Ester e Daniel. Para uma breve recordação, o cânon hebraico lista os seguintes livros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pentateuco: 1- Gênesis, 2- Êxodo, 3- Levítico, 4- Números, 5- Deuteronômio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profetas: [anteriores] 6- Josué, 7- Juízes, 8- Samuel (I e II), 9- Reis (I e II), [posteriores]10- Isaías, 11- Jeremias, 12- Ezequiel, 13- ‘Os Doze’ profetas, na ordem retomada pela Vulgata: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hagiógrafos: 14- Salmos, 15- Jó, 16- Provérbios, 17- Rute, 18- Cântico dos Cânticos, 19- Eclesiastes (Coelet), 20- Lamentações, 21-Ester, 22- Daniel, 23- Esdras, 24- Neemias e 25- Crônicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui surge uma questão que agora poder ser respondida com maior conhecimento de causa. Quando um candidato maçônico judeu presta um juramento, a Torah deve ser posta no altar como Livro da Lei? Não. A Torah é somente uma parte da Bíblia judaica. Colocar a Torah no altar seria o equivalente para os cristãos de se colocar somente os quatro Evangelhos no altar, sem as Epístolas, o Apocalipse etc. O Livro dos Profetas e os Hagiográfos assumem um importante papel na adoração judaica e no entendimento da lei judaica. A Torah é a mais importante seção da Bíblia, e é particularmente venerada, mas não é toda a Escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria, então, o caso de se colocar o Talmud no altar para os candidatos judeus? Aqui, convém, esclarecer que o Talmud é um livro de interpretação legal. O Talmud também ensina uma grande parte sobre o pensamento judeu e a crença religiosa, mas ele não é a Sagrada Escritura. As obras de Santo Agostinho e de São Tomás de Aquino desempenham o mesmo papel numa relação similar com a Bíblia dos cristãos, contudo, também não são as Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surge agora uma outra pergunta. Os judeus usam chapéu em Loja? Aqui convém distinguir entre o chapéu propriamente dito e quipá (kipah), uma espécie de solidéu. O solidéu (solis Deo = só a Deus) designa o pequeno barrete, geralmente feito de fazenda mole e flexível, a qual se ajusta à cabeça, com que os padres cobrem a coroa ou pouco mais e que deve ser tirado ante o sacrário. A cobertura da cabeça é preconizada em diversos ritos maçônicos (apesar da prática não ser uniforme) para os Mestres em qualquer Sessão, ou para todos os Obreiros, ou apenas para os Mestres em Sessão do terceiro grau. Geralmente tal cobertura é necessária e feita com o chapéu negro desabado, podendo-se todavia, utilizar o solidéu (que é o quipá hebraico) em Sessões do terceiro grau ou de Pompas Fúnebres. O judaísmo adota a prática oriental de cobrir a cabeça durante as orações como um sinal de respeito, enquanto nos países ocidentais, a prática é totalmente ao contrário: descobre-se a cabeça exatamente pela mesma razão. Algumas Obediências Maçônicas decidiram que o quipá (iarmulque [yarmulke], barrete, tiara, etc.) não é um chapéu no sentido maçônico, mas um elemento do vestuário. O R\E\E\A\adota a opinião que o barrete do rito não deve ser removido, por exemplo, durante a saudação da bandeira. Deve ser considerado, também em maçonaria, o barrete frígio, que era um pequeno boné de feltro, de forma cônica e com um pequeno rebordo, com o qual, na Antigüidade, o senhor cobria a cabeça do escravo na cerimônia de libertação e que era tomado como emblema de liberdade; graças a isso, ele é, em alguns ritos, um símbolo maçônico, já que a maçonaria sempre foi libertária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma última distinção deve ser feita sobre o diferente uso do conceito fariseu entre cristãos e judeus. O judaísmo moderno é farisaico no seu temperamento, mas os judeus não usam a palavra como um sinônimo de “hipócrita”. É provável que este último significado adveio de um conflito entre aqueles que escolheram seguir Jesus e Paulo e aqueles que permaneceram com o cerne da fé judaica. Naquele tempo, os fariseus dominavam o pensamento e a prática judaica e é melhor denunciar o farisaísmo como um desvio do pensamento judeu do que denunciar os judeus propriamente ditos, desde que os antigos cristãos almejavam converter os judeus. Os fariseus e os saduceus eram os competidores primários no pensamento e na prática religiosa dos judeus, embora houvesse outros grupos, como os essênios, buscando oferecer idéias diferentes. Os saduceus eram o partido da classe sacerdotal e mantinham a posição de que somente a Lei escrita deveria ser seguida à risca. Os fariseus conseguiam fazer uma combinação mais flexível entre a Lei escrita e a oral. Outra importante distinção era que os fariseus afirmavam que uma pessoa não deveria pertencer necessariamente à classe sacerdotal para bem cumprir os mandamentos e adorar a Deus. É esta última diferença a mais importante no desenvolvimento do judaísmo na sua forma para os últimos dois mil anos. Alguns autores fazem um símile entre este conflito e o da Reforma protestante, quinze séculos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem traços comuns entre os rituais, símbolos e palavras maçônicos e judaicos. Um dos landmarques judaicos é a crença num Deus que criou tudo na nossa existência e que nos deu uma Lei para ser seguida, incluindo, ipso facto, os preceitos morais de relacionamento humano. A crença em Deus, a prece, a imortalidade da alma, a caridade, o agir respeitosamente entre os seus semelhantes fazem parte integrante do ideário maçônico - pelo menos da maçonaria teísta - como também do judaísmo, e por que não dizer de todas as grandes religiões do mundo (o budismo seria um caso à parte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O judaísmo ensina que a Lei de Deus está contida na Torah, a parte principal da bíblia judaica que contem os 5 primeiros livros de toda a Bíblia, como visto anteriormente, ou seja o Pentateuco dos cristãos. A tradição judaica ensina que a Torah é a eterna lei dada por Deus e é completa, nunca será mudada até mesmo por Deus e, obviamente, nunca poderá ser alterada por qualquer mortal. Já aqui surge, naturalmente, uma comparação com os landmarques maçônicos que preceituam não estar no poder de qualquer homem-maçom ou corpo maçônico fazer inovações na estrutura básica da maçonaria. Nos tempos modernos, ambas as assertivas podem cheirar politicamente incorretas, apresentando um odor dogmático que repulsa as mentes liberais e tolerantes no limiar do terceiro milênio, mas convém salientar que isto se refere aos fundamentos que deverão permanecer intocados e intocáveis. Tanto que um dos livros clássicos de Pike se intitula Moral e Dogma. Assim, maçonaria e judaísmo, tais como os padrões éticos das outras grandes religiões, ensinam que devemos nos auto-disciplinar e manter nossas paixões em constante guarda. O disciplinamento ritualístico, seja nas sinagogas, seja nas lojas maçônicas, auxilia a desenvolver esta habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra similitude poderá, também, ser encontrada na cerimônia da circuncisão e do Bar Mitzvah. Logo após o nascimento de todo judeu homem, ele é circuncidado pelo rabino, ou seja é feito o corte no prepúcio do pênis do bebê, numa cerimônia familiar como um sinal ancestral de aliança entre Deus e o patriarca Abraão. Treze anos depois, já adolescente, o mesmo judeu macho participa do Bar Mitzvah que consiste em aprender a recitar preces e passagens bíblicas em hebraico e a participar em rituais judaicos quando, enfim, adquire todos os direitos e deveres do homem judeu. Todos os maçons já fizeram, aqui, a comparação com a iniciação maçônica do profano e a exaltação ao grau de mestre quando se adquire a plenitude maçônica...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tocante à liberdade individual, maçonaria e judaísmo emulam para ver quem apresenta maior desempenho de respeito e apoio. Tal fato, contudo, não é exclusivo dos dois, pois o cristianismo apresenta, também, considerações profundas sobre o livre arbítrio, mas não é o caso de ser aqui discutido. O judaísmo ensina que todo ser humano é capaz do bem e do mal e tenta ajudar o fiel a usar o livre arbítrio para escolher o caminho eticamente correto. A maçonaria ensina que aqueles que são moralmente capazes podem encontrar a “luz” na maçonaria se eles desejarem isto por suas próprias vontades livres. Os maçons franceses, principalmente os do Grande Oriente de França, chegaram ao ponto de colocar como um dos seus lemas a liberdade absoluta de pensamento. O conceito de exercitar a vontade livre para aceitar a lei e a reparação pelas transgressões passadas é o que preconiza o Rosh Hashanah e o Yom Kippur. Os judeus acreditam que dez dias no início do novo ano judeu devem ser usados para reparar os pecados passados e buscar a resolução firme de evitar o pecado no futuro. De modo análogo, a maçonaria ensina que todo homem deve lutar para crescer moralmente e livrar-se de todo preconceito. Não é à toa que a disputa entre a maçonaria francesa e a inglesa se dá entre a liberdade absoluta de pensamento, preconizada pelos franceses, contra o teísmo inglês que forçou a própria reformulação da Constituição de Anderson, quinze anos após a sua promulgação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz é um importante símbolo tanto no judaísmo como na maçonaria. “Pois o preceito é uma lâmpada, e a instrução é uma luz”, Prov. 6, 23. Um dos grandes feriados judaicos é o Chanukah, ou seja o Festival das Luzes, comemorando a vitória do povo de Israel sobre aqueles que tinham feito da prática da religião um crime punível pela morte ali pelo ano 165 a. E. V. (Os judeus substituem o antes de Cristo e o depois de Cristo pelo antes e depois da Era Vulgar). A Luz é um dos mais densos símbolos na maçonaria, pois representa (para os maçons de linha inglesa) o espírito divino, a liberdade religiosa, designando (para os maçons de linha francesa) a ilustração, o esclarecimento, o que esclarece o espírito, a claridade intelectual. A Luz, para o maçom, não é a material, mas a do intelecto, da razão, é a meta máxima do iniciado maçom, que, vindo das trevas do Ocidente, caminha em direção ao Oriente, onde reina o Sol. Castellani diz que graças a essa busca da Verdade, do Conhecimento e da Razão é que os maçons autodenominam-se Filhos da Luz; e talvez não tenha sido por acaso que a Maçonaria, em sua forma atual, a dos Aceitos, nasceu no “Século das Luzes”, o século XVIII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro símbolo compartilhado é o tão decantado Templo de Salomão. Figura como uma parte central na religião judaica, não só, por ser o rei Salomão uma das maiores figuras do panteão de Israel, como o Templo representar o zênite da religião judaica. Na maçonaria, juntou-se a figura de Salomão, à da construção do Templo, pois os maçons são, simbolicamente, antes de tudo, construtores, pedreiros, geómetras e arquitetos. Os rituais maçônicos estão prenhes de lendas sobre a construção do Templo de Salomão. Para os maçons existem três Salomões: o Salomão maçônico, o bíblico e o histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro traço cultural comum é a obediência para com a autoridade. Max Weber propôs três tipos de autoridade: a tradicional, a carismática e a racional-legal. A primeira adstrita às sociedades antigas, a segunda referente aos surtos de carisma que a humanidade vive de tempos em tempos e a terceira, apanágio da modernidade. A tradição judaica ensina uma obediência respeitosa para com os pais e os rabinos. A maçonaria ensina, desde a Constituição de Anderson de 1723, o respeito para com a autoridade legitimamente constituída. (Este preceito é cristalino na maçonaria de cunho anglo-saxão, já os latinos, no embate contra o trono e a cruz...).&lt;br /&gt;Como último aspecto comum, têm-se os esforços positivos na maçonaria e no judaísmo para encorajar o aprendizado. A cultura judaica tem uma larga tradição de impulsionar o maior número de judeus a se notabilizar pelo conhecimento nas artes, na literatura, na ciência, na tecnologia, nas profissões em geral. Durante séculos, os judeus têm-se destacado nos diversos campos do conhecimento humano e o seu empenho em melhorar suas escolas e seus centros de ensino demonstram cabalmente isto. Digno de notar-se é que as famosas escolas talmúdicas - as yeshivas vem do verbo lashevet, ou seja sentar-se. Deste modo para aprender é necessário sentar-se nos bancos escolares. Assim, também, na maçonaria, nota-se uma preocupação constante, cada vez maior, com o desenvolvimento intelectual dos seus epígonos, no fundo, não só como um meio de melhorar a sua escola de fraternidade e civismo como também para perpetuar os seus ideais e permanecer como uma das mais ricas tradições do mundo moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-5032107213224572357?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/5032107213224572357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/09/maconaria-e-judaismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/5032107213224572357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/5032107213224572357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/09/maconaria-e-judaismo.html' title='MAÇONARIA E JUDAÍSMO'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-546701377101111553</id><published>2010-01-08T03:24:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T03:24:27.648-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biblicos Jacó'/><title type='text'>Uma Estrela procederá de Jacó</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma estrela procederá de Jacó" (Nm 24.17).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã" (Ap 22.16).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_OHXkT5-29Y0/SLFXWSw0sBI/AAAAAAAAARU/PtO7_XJnTlQ/s1600/Escada+de+Jac%C3%B3.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_OHXkT5-29Y0/SLFXWSw0sBI/AAAAAAAAARU/PtO7_XJnTlQ/s200/Escada+de+Jac%C3%B3.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Um olhar para o céu estrelado nos transmite a respeitosa convicção da existência de um grandioso mundo celestial. É a fascinação do sobrenatural: o que existe por detrás das galáxias? Não é de admirar que os homens sempre tenham tentado desvendar os segredos divinos, quer seja por meio de pesquisas científicas ou de interpretações especulativas do futuro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eis que surge essa estranha história de uma estrela de Natal especial, a estrela de Jacó. Se esse acontecimento não estivesse descrito na Bíblia, poderíamos considerá-lo uma história oriental inventada. Mas ele sempre nos leva a admirar a ação sábia e soberana de Deus e a ver que até os Seus inimigos têm de servi-lO. O Senhor escarnece dos que tentam colocar-se em Seu caminho, pois "Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles" (Sl 2.4).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.caiofabio.com/Arquivo/Image/jaco.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" iq="true" src="http://www.caiofabio.com/Arquivo/Image/jaco.jpg" width="174" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Israel se encontrava em sua peregrinação de 40 anos pelo deserto. Seu caminho em direção à terra prometida poderia ter levado diretamente ao norte pela chamada estrada real, através da terra de Moabe. Mas Balaque, o rei moabita, queria de todas as formas impedir que Israel passasse por seu país. Ele temia o povo judeu, pois havia ouvido dizer que eles tinham um Deus poderoso. Por isso, ele não se arriscou a um confronto militar com esse povo nômade. E assim tentou impedi-lo de prosseguir com um truque oculto, mágico, mandando buscar o adivinho Balaão de Petor, na Mesopotâmia. Esse Balaão não era um homem qualquer, mas um respeitado, renomado e perigoso feiticeiro, cujas maldições tinham conseqüências fatais. E ele recebeu a incumbência de lançar mau agouro sobre o povo judeu e amaldiçoá-lo. Que tolice tentar atrapalhar o plano de Deus! O rei Balaque mandou chamar Balaão: "Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar fora da terra, porque sei que a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado" (Nm 22.6). Será que nós temos tal confiança ilimitada no Deus Todo-Poderoso como esse rei pagão a tinha no adivinho que mandou chamar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem se envolve com Israel deveria saber que vai lidar com esse seu Deus protetor. Isso foi experimentado, por exemplo, por Faraó, por Hamã, por Nasser e por Hitler. Arafat e seus cúmplices poderiam aprender pela História sem muito esforço. Pois a Palavra de Deus continua válida para hoje e para sempre: "...aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho" (Zc 2.8b).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para legitimar a pretensão de Balaque, Balaão mandou erigir altares onde foram sacrificados novilhos e carneiros, e isso por três vezes em três cumes de montes diferentes. Que desprezo e desconhecimento do sacrifício legítimo, agradável a Deus! Satanás é o imitador da ação divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embaixo, no fundo do vale, encontrava-se o enorme acampamento de Israel sob a mão protetora de Deus. A ordem do rei Balaque ao amaldiçoador Balaão foi bem concreta: "vem, amaldiçoa-me a Jacó, e vem, denuncia a Israel" (Nm 23.7). Balaão, chegou a sua hora! Com olhar extasiado, visionário, e voz profeticamente clara, ele anunciou: "Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete" (Nm 24.17). E acrescentou: "...Israel fará proezas. De Jacó sairá o dominador e exterminará os que restam das cidades", e: "Ai! Quem viverá, quando Deus fizer isto?" (Nm 24.18-19,23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que pavor! O plano de Balaque foi transformado exatamente no contrário do que ele queria. À clara luz do dia, Balaão viu profeticamente a estrela de Jacó. O mestre feiticeiro foi obrigado, contra sua própria vontade, a servir de instrumento de Deus para proclamar bênção sobre Israel ao invés de maldição, e para anunciar o plano divino de salvação! A seguir, lemos o relato objetivo e sóbrio: "Então, Balaão se levantou, e se foi, e voltou para a sua terra; e também Balaque se foi pelo seu caminho" (Nm 24.25). Dois humilhados, dois grandes transformados em pequenos, bateram em retirada depois de colidirem com a vontade de Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A profecia de Balaão sobre a estrela de Jacó começa com as palavras: "Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto" (Nm 24.17). Evidentemente ele ainda não podia reconhecer sobre quem falava essa profecia, pois 1.500 anos o separavam de seu cumprimento. O mesmo também aconteceu com Agur, que chegou aos limites dos céus com suas perguntas, quando questionou: "Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?" (Pv 30.4). Isso é profecia encoberta. Pois a prova da veracidade de uma profecia é sempre unicamente o seu cumprimento. Mas o que a Bíblia diz sobre o futuro jamais estará sujeito a engano. A estrela de Jacó é uma promessa de domínio teocrático que se estende até o Milênio: "De Jacó sairá o dominador" (Nm 24.19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No proto-evangelho (Gênesis 3.15), Ele foi prometido pelo próprio Deus: da semente da mulher viria o Salvador. E no meio do Plano de Salvação Ele realmente apareceu em figura humana: "Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei" (Gl 4.4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, foi a estrela de Belém que, sob orientação divina, mostrou aos magos do Oriente o caminho até o Rei dos judeus: "Vimos sua estrela no Oriente", disseram eles ao rei Herodes. E em Belém finalmente acharam a estrela de Jacó. Eles não ficaram decepcionados por encontrarem uma criança na manjedoura. O fato de tê-la adorado prova que reconheceram a Sua glória majestosa através do Espírito de Deus. O simbolismo dos presentes: o ouro, o metal nobre mais precioso, é o presente apropriado para reis. Apocalipse 19.16 diz: "Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: Rei dos Reis e Senhor dos Senhores." O incenso é necessário ao ministério sacerdotal. A respeito lemos em Hebreus 9.11: "veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados." A mirra é uma erva amarga, que simboliza a morte. Em 1 Coríntios 15.3 está escrito: "Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras." Se já nesses acontecimentos surpreendentes, por ocasião do nascimento de Jesus, o grandioso amor de Deus se tornou manifesto, quanto mais razão temos nós hoje em dar-Lhe o nosso amor por inteiro e nossa entrega total!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegria singela de uma criança ao ver a estrela de Belém, a fascinação dos cientistas ao calcularem o "encontro", ou seja, a conjunção de Júpiter e Saturno, etc., mostram: pequenos e grandes devem saber que tudo acontece conforme um plano divino exato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem consegue explicar astronomicamente Mateus 2.9, onde está escrito: "e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino"? Não há problema: o Senhor da glória, que guiou a Israel em sua peregrinação pelo deserto com uma nuvem e uma coluna de fogo, também tinha um meio à disposição para dirigir os magos do Oriente com precisão exata ao local do nascimento de Jesus! "" profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!" (Rm 11. 33).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrela de Jacó é Jesus, o judeu. Apocalipse 5.5 diz: "eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos." Ele tem todo o poder no céu e na terra. Ele é a coroa de Israel. E para nós vale que "a salvação vem dos judeus", isto é, de entre os judeus. Não foi o povo judeu que nos trouxe a salvação, foi do povo judeu que nasceu o nosso Salvador. Que grande tolice é ser anti-semita! Ainda mais, trata-se de um pecado contra Deus, contra Jesus e Seu povo. Jesus não foi palestino, como afirmou Arafat. Dizendo isso, ele promoveu uma falsificação da História. Sobre Belém não brilha mais uma estrela, mas a meia-lua islâmica. Jesus foi morto na cruz. Mas nenhum poder das trevas pode obscurecer a estrela de Jacó ou apagá-la! "Eu, Jesus... Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã" (Ap 22.16). O Filho de Deus ressuscitado testemunha que brilhará de maneira a trazer salvação por toda a eternidade, para Israel e para a Igreja de Jesus. Com Jesus começou uma nova e clara manhã de graça, pois Ele disse: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (Jo 8.12). O Natal não é de maneira alguma o romantismo emocional que sempre nos é transmitido, mas precisa produzir continuamente em nossos corações uma separação entre luz e trevas. Se não chegarmos à luz com a escuridão de nossos corações, continuaremos a ser pecadores perdidos mesmo após o Natal. Que torrente de amor procede do coração paterno de Deus, que não nos entregou à perdição, mas quer nos levar à clara e brilhante luz de Sua graça! A Palavra nos conclama: "Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração" (2 Pe 1.19).(Burkhard Vetsch)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, dezembro de 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-546701377101111553?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/546701377101111553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2010/01/uma-estrela-procedera-de-jaco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/546701377101111553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/546701377101111553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2010/01/uma-estrela-procedera-de-jaco.html' title='Uma Estrela procederá de Jacó'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_OHXkT5-29Y0/SLFXWSw0sBI/AAAAAAAAARU/PtO7_XJnTlQ/s72-c/Escada+de+Jac%C3%B3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-4627056313671577340</id><published>2009-12-17T11:41:00.000-08:00</published><updated>2009-12-17T11:44:06.675-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RER'/><title type='text'>RER</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://rectificado.no.sapo.pt/site1/imagens/CBCS.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ps="true" src="http://rectificado.no.sapo.pt/site1/imagens/CBCS.jpg" width="174" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;“O mundo não funciona apenas com crenças. Mas dificilmente consegue&lt;br /&gt;funcionar sem elas” – Clifford Geertz, Nova Luz Sobre a Antropologia, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001, p. 155. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Rito Escocês Rectificado é um sistema maçónico e cavalheiresco cristão que foi constituído em França no terceiro quarto do século XVIII. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Carta Patente para a prática destes Ritos e do Regime em Portugal será recebida do Grande Priorado das Gálias. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[Falamos do RER em portugal ]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabemos, o Grande Priorado das Gálias, Obediência Independente, Soberana e Regular é guardiã na Europa da pureza, conservação, integridade do Regime Rectificado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Priorado das Gálias conserva e pratica os rituais iniciais, a Constituição Original, o Código Maçónico das Lojas Reunidas e Rectificadas da França e o Código Geral dos Regulamentos da Ordem dos Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa (C.B.C.S.) de 1778.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande Priorado das Gálias garante à Grande Loja Unida de Portugal a prática autêntica e regular do Rito e do Regime Escocês Rectificado. Trata-se de continuarmos a receber em Portugal a legitimidade histórica e regular da Maçonaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salienta-se ainda que a noção do Regime tem a ver com a organização estrutural do Sistema e a do Rito com a prática ritual. As duas expressões que aqui reescrevemos (Regime Escocês Rectificado e Rito Escocês Rectificado) não são intercambiáveis, nem significam a mesma coisa. Ainda que o uso diário ou uma menor atenção de quem estuda ou lê Maçonaria se confunda. Dado que as suas siglas são comuns: R.E.R.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Regime refere-se à organização estrutural do sistema e a do Rito com a referida prática como se fez notar. Sendo assim, o Grande Priorado das Gálias é um Grande Priorado do Rito e do Regime Escocês Rectificado. Conserva a vontade formal dos seus fundadores. Conserva a filiação espiritual com a antiga Ordem do Templo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Regime Escocês Rectificado tem por objectivo manter e fortificar, não só a Ordem Interior, mas as Lojas Maçónicas, os princípios, a fidelidade à religião cristã. Na total adesão aos princípios e tradições, tanto maçónicos como cavalheirescos do Regime&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-4627056313671577340?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/4627056313671577340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/12/rer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/4627056313671577340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/4627056313671577340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/12/rer.html' title='RER'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-3029174365149583853</id><published>2009-12-13T07:02:00.000-08:00</published><updated>2009-12-13T07:03:15.555-08:00</updated><title type='text'>Agnosticos: Natal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.gnosisonline.org/Teologia_Gnostica/images/reis_magos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://www.gnosisonline.org/Teologia_Gnostica/images/reis_magos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro que este é um evento maravilhoso, sobre o qual urge meditar profundamente...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Sol realiza a cada ano uma viagem elíptica que começa no dia 25 de dezembro, e então regressa ao pólo sul, até a região da Antártida; exatamente por isto vale a pena refletirmos em seu significado profundo. Nesta época começa o frio aqui no norte, devido exatamente ao fato de que o Sol vai se afastando para as regiões austrais e, no dia 24 de dezembro, terá atingido o ponto máximo de sua viagem na direção sul. Se o Sol não avançasse rumo ao norte do dia 25 de dezembro em diante, morreríamos de frio. A Terra inteira se converteria em um bloco de gelo e realmente pereceriam todas as criaturas, tudo o que tem vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, vale a pena refletir sobre o acontecimento do Natal. O Cristo-Sol deve avançar para dar-nos vida, e, no equinócio da Primavera, se crucifica na Terra; então amadurecem a uva e o trigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É precisamente na Primavera que o Senhor deve passar por sua vida, paixão e morte, para logo ressuscitar; a Semana Santa é na Primavera no Hemisfério Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sol físico nada mais é que um símbolo do Sol Espiritual, do Cristo-Sol. Quando os antigos adoravam o Sol, quando lhe rendiam culto, não se referiam exatamente ao Sol físico; rendia-se culto ao Sol Espiritual, ao Sol da Meia-Noite, ao Cristo-Sol. Inquestionavelmente, é o Cristo-Sol quem deve guiar-nos nos Mundos Superiores de Consciência Cósmica. Todo místico que aprende a funcionar fora do corpo físico à vontade é guiado pelo Sol da Meia-Noite, pelo Cristo Cósmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.gnosisonline.org/Teologia_Gnostica/images/sol.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="280" ps="true" src="http://www.gnosisonline.org/Teologia_Gnostica/images/sol.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso aprender a conhecer os movimentos simbólicos do Sol da Meia-Noite; é ele quem guia o Iniciado, quem nos orienta, ele é que nos indica o que devemos e não devemos fazer. Estou falando no sentido esotérico mais profundo, levando em conta que todo Iniciado sabe sair do corpo físico à vontade, que isto de não saber sair à vontade é próprio de principiantes, gente que ainda está dando os primeiros passos nesses estudos. Se alguém está na Senda, tem que saber guiar-se pelo Sol da Meia-Noite, pelo Cristo-Sol, aprender a reconhecer seus sinais, seus movimentos. Se o vemos, por exemplo, desaparecer no ocaso, o que é que isto nos indica ? Simplesmente que algo deve morrer em nós. Se o vemos surgir do Oriente, o que é que isto nos diz ? Que alguma coisa deve nascer em nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos saímos bem nas provas esotéricas, ele brilha em sua plenitude no horizonte. O Senhor nos orienta nos Mundos Superiores, e temos de aprender a reconhecer seus sinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dupuis e muitos outros estudaram o maravilhoso acontecimento do Natal; não há dúvida, e isto o reconhece Dupuis, de que todas as religiões da antiguidade celebraram o Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o Sol físico avança para o norte para dar vida a toda a criação, também o Sol da Meia-Noite, o Sol do Espírito, o Cristo-Sol, nos dá vida se aprendemos a cumprir com seus mandamentos. Nas Sagradas Escrituras se fala, obviamente, do acontecimento solar, e há que saber entender isto nas entrelinhas. A cada ano se vive no Macrocosmos todo o Drama Cósmico do Sol; cada ano, repito. Leve-se em conta que o Cristo-Sol deve crucificar-se cada ano no mundo, viver todo o drama de sua vida, paixão e morte, para logo ressuscitar em tudo o que é, foi e será, quer dizer, em toda a criação. Assim, pois, é como todos nós recebemos a vida do Cristo-Sol. Também é certo que cada ano o Sol, ao afastar-se para a região Austral, nos deixa tristes aqui no norte, pois vai dar vida a outras partes. As noites longas de inverno são fortes. Na época do Natal os dias são curtos e as noites longas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos refletindo sobre tudo isto, e convém que entendamos o que é o Drama Cósmico. É necessário que também em nós nasça o Cristo-Sol, ele deve nascer em nós. Nas Sagradas Escrituras se fala claramente de Belém e de um estábulo onde ele nasce; esse estábulo de Belém está dentro de cada um aqui e agora; precisamente nesse estábulo interior moram os animais do desejo, todos esses "eus " passionais que carregamos em nossa psique, isto é óbvio. "Belém" mesmo é um nome esotérico; nos tempos em que o grande Kabir veio ao mundo, a aldeia de Belém não existia, de modo que isto é inteiramente simbólico. Bel é uma raiz caldéia que significa Torre do Fogo, de modo que, propriamente dito, Belém é Torre do Fogo. Quem poderia ignorar que Bel é um termo caldeu que corresponde precisamente à Torre de Bel, à Torre do Fogo ? Assim, o termo Belém é totalmente simbólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Iniciado trabalha com o Fogo Sagrado, quando elimina completamente de sua natureza íntima os agregados psíquicos, quando de verdade está realizando a Grande Obra, indubitavelmente há de passar pela Iniciação Venusta; a descida do Cristo ao coração do homem é um acontecimento cósmico e humano de grande transcendência; tal evento corresponde na verdade à Iniciação Venusta. Infelizmente, não se compreendeu realmente o que é o Cristo; muitos supõem que o Cristo foi exclusivamente Jesus de Nazaré, e estão equivocados. Jesus de Nazaré, como homem - ou, melhor dizendo, Jeshuá ben Pandirá - recebeu, como homem, a Iniciação Venusta, encarnou o Cristo, mas não é o único a ter recebido tal Iniciação. Hermes Trimegisto, o três vezes grande Deus Íbis de Thot, também O encarnou. João Batista, a quem muitos consideravam como o Christus, o Ungido, inquestionavelmente recebeu a Iniciação Venusta, encarnou-O. Os Gnósticos Batistas asseguravam na Terra Santa que o verdadeiro Messias era João, e que Jesus era somente um Iniciado que havia querido seguir a João. Havia naquela época disputas entre Batistas, Gnósticos, Essênios e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos entender o Cristo tal qual é, não como uma pessoa, como um indivíduo. O Cristo está mais além da Personalidade, do Eu e da Individualidade. Cristo em esoterismo autêntico é o Logos, o Logos Solar representado pelo Sol. Agora compreenderemos porque os Incas adoravam o Sol, os Nahuas lhe rendiam culto, os Maias, os Egípcios, etc. Não se trata da adoração a um sol físico, mas ao que se oculta atrás deste símbolo físico; obviamente, adorava-se o Logos Solar, o Segundo Logos. Este Logos Solar é unidade múltipla perfeita. A variedade é unidade. No mundo do Cristo Cósmico a individualidade separada não existe; no Senhor somos todos um...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me vem à memória certa experiência, digamos, esotérica, realizada há muitos anos. Então, submergido em profunda meditação, obtive certamente o Samadhi, o estado de Mantéia, o Êxtase, como é chamado no esoterismo ocidental. Naquela ocasião eu desejava saber algo sobre o batismo de Jesus, o Cristo, pois bem sabemos que João o batizou. Foi profundo o estado de abstração, obtive o perfeito Dharana, ou seja, concentração, o Dhyana, ou meditação, e por fim consegui o Samadhi; me atreveria a dizer que foi um Maha-Samadhi, porque abandonei perfeitamente os corpos Físico, Astral, Mental, Causal, Búdico e até o Átmico. Consegui, pois, reabsorver minha consciência de forma íntegra no Logos. Assim, nesse estado logoico, como um Dragão de Sabedoria, fiz a correspondente investigação. De imediato me vi na Terra Santa, dentro de um templo; mas, coisa extraordinária, vi a mim mesmo convertido em João Batista, com uma vestimenta sagrada; vi quando traziam a Jesus com sua veste branca, sua túnica branca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigindo-me a Ele, disse: "Jesus, despe tua túnica, tua vestimenta, pois vou batizar-te". Depois retirei de um recipiente um pouco de azeite de oliva, conduzi-O ao interior do Santuário, ungi-O com o óleo, despejei água sobre Ele e recitei os mantrams e ritos. Depois, o Mestre se sentou em sua cadeira à parte; eu guardei tudo novamente, pus os objetos em seus lugares e dei por terminada a cerimônia. Mas vi-me transformado em João!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que, uma vez passado o Êxtase, o Samadhi, pensei: "Mas como é possível que eu seja João Batista? Nem remotamente, eu não sou João Batista! Fiquei bastante perplexo e pensei: "Vou fazer agora outra concentração, mas agora não vou me concentrar em João, vou concentrar-me em Jesus de Nazaré". Então escolhi como motivo da concentração o Grande Mestre Jesus. O trabalho foi longo e árduo, a concentração foi se fazendo cada vez mais profunda; logo passei do Dharana - concentração, ao Dhyana - meditação, e deste ao Sammadhi, ou Êxtase. Fiz um esforço supremo que me permitiu despir-me dos corpos Físico, Astral, Mental, Causal, Búdico e Átmico até introverter minha consciência, absorvendo-a no mundo do Logos Solar, e, em tal estado, querendo saber sobre o Cristo Jesus, me vi a mim mesmo convertido em Cristo Jesus, fazendo milagres e maravilhas na Terra Santa, curando os enfermos, dando vista aos cegos etc., e, por último, me vi vestido com as vestes sagradas chegando ante João naquele Templo. Então João se dirigiu a mim e disse: "Jesus, retira tua vestimenta, pois vou batizar-te". Trocaram-se os papéis, já não me vi transformado em João mas em Jesus, e recebi o batismo de João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado o Samadhi, regressando ao corpo físico, vim a constatar perfeitamente, com toda a clareza, que no mundo do Cristo Cósmico somos todos um. Se eu tivesse querido meditar em qualquer um de vocês, lá no mundo do Logos, me teria visto transformado em um de vocês, vivendo sua vida, já que lá não há individualidade, não há personalidade nem Eu; ali somos todos o Cristo, ali somos todos João, ali todos somos o Buda, ali somos todos um; no mundo do Logos não existe a individualidade separada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Logos é Unidade Múltipla Perfeita, é uma energia que se move e palpita em todo o criado, que subjaz em todo átomo, em todo elétron, em todo próton, e se expressa vivamente através de qualquer homem que esteja devidamente preparado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, este esclarecimento teve como objetivo explicar melhor o acontecimento de Belém. Quando um homem está devidamente preparado, passa pela Iniciação Venusta - mas, esclareço, deve estar devidamente preparado - e na Iniciação Venusta consegue a encarnação do Cristo Cósmico em si mesmo, dentro de sua própria natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inutilmente teria Jesus nascido em Belém se não nascesse em nosso coração também. Inutilmente teria morrido e ressuscitado na Terra Santa, se não morre e ressuscita em nós também. Esta é a natureza do "Salvator Salvandus". O Cristo Íntimo deve salvar-nos, mas salvar-nos desde dentro, a todos nós. Aqueles que aguardam a vinda de Jesus de Nazaré para um futuro remoto estão equivocados; o Cristo deve vir agora desde dentro, a segunda vinda do Senhor é desde dentro, desde o próprio fundo da Consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isto está escrito o que Ele disse: "Se ouvires alguém dizendo na praça pública que é Cristo, não o creiais, e se disserem "Ele está ali no Templo predicando", não o creiais". É que o Senhor não virá desta vez de fora mas de dentro, virá desde o próprio fundo de nosso coração, se nós nos prepararmos. Paulo nos esclarece dizendo: "De sua virtude tomamos todos, graça por graça". Então, está documentado; se estudarmos cuidadosamente Paulo de Tarso, veremos que raramente alude ao Cristo histórico; cada vez que Paulo de Tarso fala sobre Jesus Cristo, refere-se ao Jesus Cristo Interior, ao Jesus Cristo Íntimo que deve surgir do fundo de nosso Espírito, de nossa Alma. Enquanto um homem não O tenha encarnado, não se pode dizer que possua a Vida Eterna, só Ele pode tirar nossa Alma do Hades, só Ele pode verdadeiramente dar-nos vida, e em abundância. Assim, pois, devemos ser menos dogmáticos e aprender a pensar no Cristo Íntimo, isto seria grandioso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o simbolismo relacionado com o nascimento de Jesus é alquímico e cabalístico. Diz-se que três Reis Magos vieram adorá-lO, guiados por uma estrela; este trecho não pode ser compreendido, falando francamente, se não se for versado em alquimia, porque é alquímico. Que são essa estrela e esses Reis Magos? E eu vos digo que essa estrela não é outra coisa que o Selo de Salomão, a estrela de seis pontas, símbolo do Logos Solar. O triângulo superior representa obviamente o Enxofre, ou seja, o Fogo. E o inferior, o que representa em Alquimia? O Mercúrio, a Água; mas a que tipo de água se referem os Alquimistas? Dizem eles: "A Água Que Não Molha as Mãos, o Úmido Radical Metálico", em outras palavras, o Exiohehari, o Esperma Sagrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, é por meio da transmutação das secreções sexuais que se elabora essa Água extraordinária, as águas puras de Amrita, o Mercúrio da Filosofia Secreta. Vale a pena meditarmos no Selo de Salomão; aí temos o triângulo superior, representação vívida do Enxofre. Ou seja, o Fogo Sagrado, o Fogo do Espírito Santo, deve fecundar o Mercúrio da Filosofia Secreta. Sem dúvida, é um pouco difícil entender a questão da Estrela de Belém se não recorremos ao Selo de Salomão e à Alquimia. Repito, o Mercúrio é a Alma Metálica do Esperma Sagrado; o Enxofre é o Fogo Sagrado do Kundalini no ser humano. Isto posto, podemos esclarecer mais: o Enxofre deve fecundar o Mercúrio; com o Mercúrio fecundado pelo Enxofre podemos fabricar os Corpos Existenciais Superiores do Ser. De modo que, se não compreendêssemos isto, não compreenderíamos tampouco o Selo de Salomão ou a estrela que apareceu aos Reis Magos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui temos, para melhor compreensão, os Três Mercúrios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o que os Alquimistas denominam "Azogue em bruto", ou seja, o Esperma Sagrado propriamente dito. &lt;br /&gt;O segundo Mercúrio é precisamente a Alma Metálica do primeiro. Mediante a transmutação o Esperma se converte em Energia; essa Energia Sexual é denominada Alma Metálica do Esperma. &lt;br /&gt;O mais importante, que é precisamente o Mercúrio fecundado pelo Enxofre. &lt;br /&gt;Isto é um pouco complicado e difícil de entender, mas, se vocês prestarem atenção, poderão formar uma idéia do que se trata. Se querem que lhes explique o Natal, devo explicá-lo como é, ou não explicá-lo. (Inquestionavelmente,) A primeira coisa que temos é o Mercúrio bruto, o Esperma Sagrado; a segunda, a Energia Sexual, resultado da Transmutação do Esperma; a terceira, o Mercúrio fecundado pelo Enxofre, ou, em outras palavras, a Energia Sexual já fecundada pelo Fogo Sagrado, mescla de Energia e Fogo que sobe pela espinha dorsal até levar-nos à Auto-Realização Íntima do Ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este terceiro Mercúrio é o Arché dos gregos; (de modo que) no Arché há Sal, há Enxofre e há Mercúrio, isto é óbvio. "Lá em cima", no Macrocosmos, nas nebulosas, por exemplo, compõe-se de Sal, Enxofre e Mercúrio; é o Arché dos gregos, do qual saem as unidades cósmicas. "Aqui embaixo" nós precisamos fabricar o Arché. Como? Mediante a transmutação. E desse Arché, que será composto de Sal, Enxofre e Mercúrio, nascerão os Corpos Existenciais Superiores do Ser. Se alguém possui os corpos Astral, Mental e Causal, se converte em um Homem de verdade, isto é óbvio, e recebe seus princípios anímicos e espirituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que, de início, temos apenas o Azougue bruto e há que transmutá-lo, ou seja, temos as secreções sexuais e é preciso transmutá-las, sublimá-las e convertê-las em energia; esta energia é denominada Mercúrio, "Alma Metálica do Esperma".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa energia sobe pelos cordões espermáticos até o cérebro. Posteriormente, essa mesma energia une seus pólos positivo e negativo no CÓCCIX, perto do Tribeni, e então surge o Fogo. O Fogo fecunda a energia. O Fogo mesclado com a energia sobe pela medula espinhal até o cérebro; o excedente desse Mercúrio fecundado pelo Enxofre vem a cristalizar-se nos Corpos Existenciais Superiores do Ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro se formará o Corpo Astral, a seguir o Corpo Mental e em terceiro lugar, o Corpo Causal. Quando alguém possui os corpos Astral, Mental e Causal, recebe os princípios anímico-espirituais (ou seja, Alma e Espírito), quer dizer, se converte num homem, no Homem Verdadeiro. Assim, isto é indispensável. Mas criar os Corpos Existenciais Superiores do Ser é uma coisa, e levá-los à perfeição é outra coisa diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inquestionavelmente, o Sal, o Enxofre e o Mercúrio perfazem tudo; onde quer que haja matéria, há sal; toda matéria se reduz a sal e todo sal pode ser convertido em Ouro. Assim, os Corpos Existenciais Superiores do Ser vêm a ser uma mescla de Sal, Enxofre e Mercúrio. O Sal presente em qualquer desses corpos se converte em Ouro pela ação combinada do Enxofre e do Mercúrio. Converter tais corpos em Ouro, em veículos de Ouro Puro, é o indicado, esta é a Grande Obra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se poderia realizar tal prodígio sem uma ajuda especial. Essa ajuda maravilhosa é o Natal do Coração: o Cristo deve nascer no coração do Homem para que se possa realizar essa obra gigantesca de transformar os Corpos Existenciais Superiores do Ser em veículos de Ouro Puro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situemo-nos em qualquer desses veículos, o Corpo Astral, por exemplo, investiguemos uma pessoa que possui Corpo Astral; alguém sabe que possui Corpo Astral quando pode usá-lo, mover-se com ele conscientemente e positivamente, viajar com ele de um planeta a outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como deve proceder uma pessoa que tem Corpo Astral e quer trabalhar para convertê-lo num veículo de Ouro Puro, quer dizer, para aperfeiçoá-lo? Isto se faz através da eliminação do Mercúrio Seco, isto é, os "eus", ou do Enxofre Arsenicado, ou seja, dos átomos sanguinolentos da luxúria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, tal pessoa necessitará de ajuda. Se conseguir eliminar o Mercúrio Seco e o Enxofre Arsenicado ou enxofre venenoso, então seu Corpo Astral se converterá em um veículo de Ouro Puro. Isto é difícil; felizmente, o Cristo Interno intervém e ajuda a eliminar todo esse Mercúrio Seco e esse Enxofre venenoso ou Arsenicado e, ao fim, como resultado desses trabalhos, o veículo astral se converterá num Corpo de Ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, antes que o Corpo Astral venha a converter-se num veículo de Ouro precioso, terá forçosamente que passar por várias etapas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira etapa é simbolizada pela cor negra, pelo Corvo Negro, e governada por Saturno. Por que? Porque o iniciado irá entrar num afã infinito nesses trabalhos; evidentemente terá de eliminar, destruir, desintegrar todos os elementos inumanos que leva em seu Corpo Astral, até conseguir a cor branca, que é fundamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta cor branca é simbolizada pela Pomba Branca; os iniciados egípcios envergavam a veste de linho branco para representar a castidade, a pureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro símbolo é a Águia Amarela, o iniciado obtém o direito de usar a túnica amarela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quarta fase do trabalho o iniciado receberá a púrpura; ao atingir este estágio seu Corpo Astral já estará convertido em um veículo de Ouro Puro da melhor qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe deste trabalho alquímico é precisamente o Cristo Interno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sábios dizem que o Sal, o Enxofre e o Mercúrio são os instrumentos passivos da Grande Obra; o mais importante, dizem eles, é o Magnésio Interior. Este Magnésio, citado por Paracelso, não é outra coisa que o Cristo Íntimo – é Ele quem deve verdadeiramente realizar a Grande Obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citei como exemplo o Corpo Astral, mas é preciso realizar trabalho idêntico com cada um dos Corpos Existenciais Superiores do Ser. Sem este Magnésio Interior da Alquimia, tal labor seria absolutamente impossível; por isto é que, ao começar a Grande Obra, deve-se inquestionavelmente encarnar o Cristo Íntimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele nasce no estábulo de nosso próprio corpo dentro do qual temos todos os animais do desejo, das paixões inferiores. Ele tem que crescer, desenvolver-se ascendendo pelos diversos graus até converter-se num Homem entre os homens, tomar a seu cargo todos os nossos processos mentais, volitivos, sexuais, emocionais, etc., passar por um homem comum. Mesmo sendo o Cristo um Ser tão perfeito, um Homem que não peca, ainda assim deve viver como um pecador entre pecadores, um desconhecido entre outros desconhecidos; esta é a crua realidade dos fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas (o Cristo) vai crescendo, vai-se desenvolvendo à medida que elimina em si mesmo os elementos indesejáveis que levamos dentro. É tal sua integração conosco que lança toda a responsabilidade sobre seus ombros. Converteu-se num pecador como nós, não sendo Ele um pecador - sentindo em carne e osso as tentações, vivendo como um homem qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, pouco a pouco, à medida que vai eliminando os elementos indesejáveis de nossa Psique, não como algo alheio ou estranho mas como algo próprio Dele, vai se desenvolvendo no interior de nós mesmos; isto precisamente é o maravilhoso. Se não fosse assim, seria impossível realizar a Grande Obra. É Ele quem tem de eliminar todo esse Mercúrio Seco, todo esse Enxofre venenoso, para que os Corpos Existenciais Superiores do Ser possam converter-se em veículos de Ouro Puro, Ouro da melhor qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Três Reis Magos que vieram adorar o Menino representam as cores da Grande Obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira cor é o Negro, quando estamos aperfeiçoando o corpo. Isto, repito, simboliza o Corvo Negro da Morte, é a Obra de Saturno simbolizada pelo Rei Mago de cor negra; então passamos por uma morte, a morte de nossos desejos, paixões, etc., no Mundo Astral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir vem a pomba Branca, isto é, o momento em que já desintegramos todos os Eus do Mundo Astral; adquirimos então o direito de usar a túnica de linho branco, a túnica do Phtah egípcio, a túnica de Ísis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente esta cor é simbolizada pela Pomba Branca; este é ainda o segundo dos Reis, o Rei Branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já bastante avançado no aperfeiçoamento do Corpo Astral, apareceria a cor Amarela, ou seja, conquistaria o direito à túnica Amarela; então aparece a Águia Amarela, o que nos recorda o terceiro dos Reis Magos, que é da raça amarela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, a coroação da Obra é a Púrpura. Quando um corpo, seja o Astral, o Mental ou o Causal, já se tornou de Ouro Puro, recebe a púrpura dos Reis, porque triunfou. Assim, como podem ver, os Três Reis Magos não são três indivíduos, como muitos acreditam, mas símbolos das cores fundamentais da Grande Obra, e o próprio Jesus Cristo vive dentro. Jesus em hebraico é Jeshuá; Jeshuá significa Salvador, e, como Salvador, nosso Jeshuá particular tem de nascer neste estábulo que temos dentro de nós para realizar a Grande Obra; Ele é o Magnésio Interior do Laboratório Alquimista. O grande Mestre deve surgir no fundo de nossa Alma, de nosso Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais duro para o Cristo Íntimo, após seu nascimento no coração do Homem, é precisamente o Drama Cósmico, sua Via-Crucis. No Evangelho as multidões aparecem pedindo a crucificação do Senhor; essas não são multidões de ontem, de um passado remoto, como se supõe, de algo que ocorreu há 1975 (ano em que este texto foi escrito) anos. Não, senhores, essas multidões estão dentro de nós mesmos, são nossos famosos "Eus"; dentro de cada pessoa moram milhares de pessoas, o "Eu do ódio", o "Eu tenho ciúmes", o "Eu sinto inveja", o "Eu da cobiça", ou seja, todos os nossos defeitos, e cada defeito é um "Eu" diferente. É claro que essas multidões que trazemos dentro de nós, que são nossos famosos "Eus", são os que gritam: "Crucifiquem-nO, crucifiquem-nO!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos Três Traidores, já sabemos que no Evangelho Crístico são Judas, Pilatos e Caifás. Quem é Judas? O Demônio do Desejo. Quem é Pilatos? O Demônio da Mente. Quem é Caifás? O Demônio da Má Vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é preciso esclarecer isto, para que se possa compreendê-lo melhor. Judas, o Demônio do Desejo, troca o Cristo Íntimo por trinta moedas de prata : 30 (3 - 0), 3, esta é a alusão cabalística, ou seja, troca-O pelas coisas materiais, pelo dinheiro, pela bebida, pelo luxo, pelos prazeres animais etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Pilatos, é o Demônio da Mente; este sempre "lava as mãos", nunca tem culpa, para tudo encontra uma evasiva ou justificativa, jamais se sente responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, estamos sempre justificando todos os defeitos psicológicos que temos em nosso interior, jamais nos julgamos culpáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente me diz: "Acredito ser uma boa pessoa; eu não mato, não roubo, sou caridoso, não sou invejoso", ou seja, são todos cheios de virtude, perfeitos, segundo eles próprios; "ignoto", é o que tenho a dizer ante tanta perfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, olhando as coisas como são, em seu cru realismo, esse Pilatos sempre lava as mãos, nunca se considera culpado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Caifás, francamente o considero o mais perverso de todos. Pensem no que representa Caifás: muitas vezes o Cristo Íntimo nomeia um Sacerdote, um Mestre ou Iniciado para que guie suas ovelhas e as apascente, lhe entrega a autoridade e o põe à frente de uma congregação, e o tal Sacerdote, Mestre, Iniciado etc., em vez de guiar seu povo sabiamente, vende os Sacramentos, prostitui o Altar, fornica com as devotas etc., ou seja, trai o Cristo Interno, isto é o que faz Caifás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É doloroso isso? É claro, é horrível, é uma traição do tipo mais sujo que há, e não há dúvida de que muitas religiões se prostituíram e muitos sacerdotes traíram o Cristo Íntimo; não me refiro a nenhuma seita em particular, mas a todas as religiões do mundo. É possível que haja grupos esotéricos dirigidos por verdadeiros Iniciados, e que estes, muitas vezes traidores, tenham traído o Cristo Íntimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto é doloroso, infinitamente doloroso. Caifás é o que há de mais sujo. Estes três traidores levam o Cristo Íntimo ao suplício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensem por um instante no Cristo Íntimo no mais profundo de cada um de vocês, senhor de todos os processos mentais e emocionais, lutando por salvá-los, sofrendo terrivelmente; os próprios Eus de vocês protestando contra Ele, blasfemando, pondo-Lhe a coroa de espinhos, açoitando-O. Bem, esta é a crua realidade dos fatos, este é o Drama Cósmico vivido interiormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, este Cristo Íntimo subiria ao Calvário, isto é óbvio, e baixa ao sepulcro, com sua morte mata a morte, isto é a última coisa que faz. Posteriormente ressuscita no Iniciado e o Iniciado ressuscita n'Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a Grande Obra está realizada, "consummatum est". Assim têm surgido através dos séculos Mestres Ressurrectos; lembremos um Hermes Trimegisto, um Moria, grande Mestre da Força do Tibet, lembremos o Conde Cagliostro, que ainda vive, e Saint-Germain, que em 1939 visitou outra vez a Europa. Este Saint-Germain trabalhou ativamente nos séculos 17, 18 e 19 e, entretanto, continua a existir fisicamente, é um Mestre Ressurrecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que são Mestres Ressurrectos? Porque, graças ao Cristo Íntimo, obtiveram a Ressurreição. Sem o Cristo Íntimo, a Ressurreição não seria possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que supõem que pelo simples fato de morrer fisicamente alguém já tem direito à Ressurreição dos Mortos são realmente dignos de compaixão; falando outra vez em estilo socrático, não apenas ignoram mas, o que é ainda pior, ignoram que ignoram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ressurreição é algo pelo qual se tem de trabalhar, e trabalhar aqui e agora, e é preciso ressuscitar em carne e osso (e ao vivo). A Imortalidade deve-se conseguí-la agora mesmo, pessoalmente; assim se deve considerar todo o Mistério Crístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o Drama Cósmico é em si mesmo extraordinário, maravilhoso, e se inicia realmente com o Natal do Coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://portodoceu.terra.com.br/filorelig/imagens/arte-2412.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://portodoceu.terra.com.br/filorelig/imagens/arte-2412.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;O que vem a seguir relacionado com o Drama, a fuga para o Egito, quando Herodes manda matar todos os meninos e Ele tem de fugir, tudo é simbólico, totalmente simbólico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem (num Evangelho Apócrifo) que Jesus, José e Maria tiveram de fugir para o Egito, tendo permanecido vários dias vivendo sob uma figueira, e que desta figueira saiu um manancial de água puríssima – é preciso saber compreender isto : esta figueira representa sempre o sexo; dizem ainda que se alimentavam do fruto desta figueira, os frutos da Árvore da Ciência do Bem e do Mal. A água que corria puríssima, que saía desta figueira, é nada menos que o Mercúrio da Filosofia Secreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à decapitação dos inocentes, muito se tem escrito sobre isso. Nicolas Flamel deixou gravadas nas portas do cemitério de Paris cenas retratando a degola dos inocentes. Por que essa cruel degola dos inocentes? Não obstante, isto é também muito alquímico, todo Iniciado tem de passar pela decapitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é que o Cristo Íntimo tem de decapitar em nós? Simplesmente deve degolar o Ego, o Eu, o Si Mesmo, e o sangue que emana da decapitação é o Fogo, é o Fogo Sagrado pelo qual o Iniciado tem de purificar-se, limpar-se, branquear-se; tudo isso é profundamente esotérico, nada pode ser tomado "ao pé da letra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir vêm os feitos milagrosos do grande Mestre. Caminhava sobre as águas, [como] sobre as Águas da Vida tem de caminhar o Cristo Íntimo. Abrir a visão dos que não vêem, predicando a palavra para que vejam a luz; abrir os ouvidos dos que não querem ouvir, para que escutem a palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Senhor já cresceu no Iniciado, tem de tomar a palavra e explicar a outros o que é o caminho, limpar os leprosos; não há ninguém que não esteja leproso, essa lepra é o Eu pluralizado, essa é a epidemia que todos levam dentro de si, a lepra da qual devemos ser limpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que estão paralíticos não caminham ainda pela Senda da Auto-Realização, o Filho do Homem deve curar os paralíticos para que andem rumo à montanha do Ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que compreender tudo isto de forma mais íntima, mais profunda; isto não corresponde a um passado remoto, é para ser vivido dentro de nós mesmos aqui e agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se começamos a amadurecer um pouquinho, saberemos apreciar melhor a mensagem que o Grande Kabir Jesus trouxe à Terra. Em todo caso, precisamos passar por Três Purificações, à base de ferro e fogo –- este é o significado dos Três Cravos da Cruz. E a palavra INRI diz muito. Já sabemos que INRI esotericamente é o Fogo; necessitamos passar pelas Três Purificações à base de ferro e fogo antes de conseguir a Ressurreição, do contrário seria impossível lográ-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele que ressuscita se transforma radicalmente, se converte num Deus-Homem, é um Hierofante da estatura de um Hermes, um Quetzalcoatl ou um Buda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é necessário fazer a Grande Obra. Realmente, não se poderia entender os quatro Evangelhos se não se estudasse Alquimia e Cabala, porque (os Evangelhos) são alquimistas e cabalistas, isto é óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os judeus tinham três livros sagrados. O primeiro é o corpo da doutrina, a Bíblia. O segundo é a alma da doutrina, o Talmud, no qual está a alma nacional judaica. E o terceiro é o espírito da doutrina, o Zohar, onde está toda a Cabala dos rabinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia, o corpo da doutrina, está escrita sob chave. Se queremos estudar a Bíblia "compaginando versículos", procedemos de forma ignorante, empírica e absurda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prova disto é que todas as seitas mortas que, até a época atual, se nutriram da Bíblia interpretada de forma empírica, não puderam entrar em acordo. Se existem milhares de seitas baseadas na Bíblia, quer dizer que nenhuma delas a compreendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As chaves para a interpretação estão no Zohar, escrito por Simeon Ben Iochai, o grande rabino iluminado. Aí encontramos as chaves para interpretar a Bíblia. Então, é necessário "abrir" o Zohar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quisermos saber algo sobre o Cristo, sobre o Filho do Homem, devemos estudar a Árvore da Vida... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-3029174365149583853?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/3029174365149583853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/12/agnosticos-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/3029174365149583853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/3029174365149583853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/12/agnosticos-natal.html' title='Agnosticos: Natal'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-1400982306361269417</id><published>2009-12-05T07:30:00.000-08:00</published><updated>2009-12-05T08:42:08.982-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maquiavel'/><title type='text'>Maquiavel é mal interpretado</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://populo.weblog.com.pt/arquivo/ph_maquiavel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://populo.weblog.com.pt/arquivo/ph_maquiavel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Mais de quatro séculos nos separam da época em que viveu Maquiavel. Muitos leram e comentaram sua obra, mas um número consideravelmente maior de pessoas evoca seu nome ou pelo menos os termos que aí tem sua origem. "Maquiavélico e maquiavelismo" são adjetivo e substantivo que estão tanto no discurso erudito, no debate político, quanto na fala do dia-a-dia. Seu uso extrapola o mundo da política e habita sem nenhuma cerimônia o universo das relações privadas. Em qualquer de suas acepções , porém , o maquiavelismo está associado a idéia de perfídia , a um procedimento astucioso, velhaco, traiçoeiro. Estas expressões pejorativas sobreviveram de certa forma incólumes no tempo e no espaço, apenas alastrando-se da luta política para as desavenças do cotidiano." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Assim , hoje em dia , na maioria das vezes, Maquiavel é mal interpretado. Maquiavel, ao escrever sua principal obra, O PRÍNCIPE, criou um "manual da política", que pode ser interpretado de muitas maneiras diferentes. Talvez por isso sua frase mais famosa: -"Os fins justificam os meios"- seja tão mal interpretada. Mas para entender Maquiavel em seu real contexto, é necessário conhecer o período histórico em que viveu. É exatamente isso que vamos fazer.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Painel histórico : &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Maquiavel viveu durante a Renascença Italiana , o que explica boa parte das suas idéias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Itália do Renascimento reina grande confusão. A tirania impera em pequenos principados, governados despoticamente por casas reinantes sem tradição dinástica ou de direitos contestáveis. A ilegitimidade do poder gera situações de crise instabilidade permanente, onde somente o cálculo político, a astúcia e a ação rápida e fulminante contra os adversários são capazes de manter o príncipe. Esmagar ou reduzir à impotência a oposição interna, atemorizar os súditos para evitar a subversão e realizar alianças com outros principados constituem o eixo da administração. Como o poder se funda exclusivamente em atos de força, é previsível e natural que pela força seja deslocado, deste para aquele senhor. Nem a religião nem a tradição, nem a vontade popular legitimaram e ele tem de contar exclusivamente com sua energia criadora. A ausência de um Estado central e a extrema multipolarização do poder criam um vazio, que as mais fortes individualidades têm capacidade para ocupar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 1494, graças aos esforços de Lourenço, o Magnífico, a península experimentou uma certa tranqüilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, desse ano em diante, as coisas mudaram muito. A desordem e a instabilidade ficaram incontroláveis. Para piorar a situação, que já estava grave devido aos conflitos internos entre os principados, somaram-se as constantes e desestruturadoras invasões dos países próximos como a França e a Espanha. E foi nesse cenário conturbado, onde nenhum governante conseguia se manter no poder por um período superior a dois meses, que Maquiavel passou a sua infância e adolescência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biobibliografia:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Maquiavel nasceu em Florença em 3 de maio de 1469, numa Itália "esplendorosa mas infeliz", segundo o historiador Garin. Sua família não mera aristocrática nem rica. Seu pai , advogado como um típico renascentista, era um estudioso das humanidades, tendo se empenhado em transmitir uma aprimorada educação clássica para seu filho. Maquiavel com 12 anos, já escrevia no melhor estilo e, em latim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar do brilhantismo precoce, só em 1498, com 29 anos Maquiavel exerce seu primeiro cargo na vida pública. Foi nesse ano que Nicolau passou a ocupar a segunda chancelaria. Isso se deu após a deposição de Savonarola, acompanhado de todos os detentores de cargos importantes da república florentina. Nessa atividade, cumpriu uma série de missões, tanto fora da Itália como internamente, destacando-se sua diligência em instituir uma milícia nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a queda de soverine, em 1512, a dinastia Médici volta ao poder, desesperando Maquiavel, que é envolvido em uma conspiração, torturado e deportado. É permitido que se mude para São Cassiano, cidade pequena próxima de Florença, onde escreve sobre a Primeira década de Tito Lívio , mas interrompe esse trabalho para escrever sua obra prima: O Príncipe , segundo alguns , destinado a que se reabilitasse com os aristocratas, já que a obra era nada mais que um manual da política. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maquiavel viveu uma vida tranqüila em S. Cassiano. Pela manhã, ocupava-se com a administração da pequena propriedade onde está confinado. À tarde, jogava cartas numa hospedaria com pessoas simples do povoado. E à noite vestia roupas de cerimônia para conviver, através da leitura com pessoas ilustres do passado, fato que levou algumas pessoas a considerá-lo louco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra de Maquiavel é toda fundamentada em sua própria experiência, seja ela com os livros dos grandes escritores que o antecederam, ou sejam os anos como segundo chanceler, ou até mesmo a sua capacidade de olhar de fora e analisar o complicado governo do qual terminou fazendo parte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, em 1527, com a queda dos Médici e a restauração da república, Maquiavel que achava estarem findos os seus problemas, viu-se identificado por jovens republicanos como alguém que tinha ligações com os tiranos depostos. Então viu-se vencido. Esgotaram-se suas forças. Foi a gota d’água que estava faltando. A república considerou-o seu inimigo. Desgostoso, adoece e morre em junho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem depois de morto, Maquiavel terá descanso. Foi posto no Index pelo concílio de Trento, o que levou-o, desde então a ser objeto de excreção dos moralistas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-1400982306361269417?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/1400982306361269417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/12/maquiavel-e-mal-interpretado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/1400982306361269417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/1400982306361269417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/12/maquiavel-e-mal-interpretado.html' title='Maquiavel é mal interpretado'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-7802119247815422713</id><published>2009-11-26T04:50:00.000-08:00</published><updated>2009-11-27T09:14:32.678-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>A História de Sinué</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_qbsPW4VYCkY/Sw55QkJCuWI/AAAAAAAAANs/XlzXnJahaIk/s1600/mapa_egito03.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_qbsPW4VYCkY/Sw55QkJCuWI/AAAAAAAAANs/XlzXnJahaIk/s320/mapa_egito03.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Não é de se admirar que o período de Sesóstris (Senusert) tenha sido considerado, como aquele em que a língua egípcia atinge a sua idade "clássica". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se inicia nos hieróglifos, se começa a leitura pelos textos do Médio Império como o Conto do Náufrago ou o Romance de Sinué.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Romance de Sinué – trata-se de uma história completa, reconstituída graças a diversos papiros e ostracas. A narrativa é feita na primeira pessoa. Sinué que significa "filho do sicômoro", conta a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido num meio modesto e educado na corte de Lischt, era servo do harém da rainha Snefru, esposa de Sesóstris I, ano 10 de seu reinado, partilhando o reinado com seu pai, Amenemhat I. Sesóstris I conduz uma operação militar no território líbio. Sinué que fez a viagem, vai se ver envolvido numa complicada situação que decidirá o seu destino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sétimo dia do terceiro mês da estação das inundações, no ano 30, o rei Amenemhat I subiu ao seu horizonte, unindo-se ao disco solar. Sesóstris recebe a notícia e parte imediatamente para regressar a capital. Sinué surpreende, em uma noite, a conversa secreta que parece revelar um complô contra o rei; foge, dominado por um grande pânico. "O meu coração perturbou-se", confessa, "os meus braços soltaram-se do meu corpo, pois todos os meus membros tremiam. Afastei-me de um salto, em busca de um esconderijo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinué parte para sudeste, passa o extremo meridional do Delta, atravessa o Nilo e alcança "as muralhas do príncipe". Uma célebre fortaleza construída pelo Faraó Amenemhat I na fronteira nordeste do Egito para proteger o país contra eventuais investidas asiáticas no Delta. Caminha durante a noite, mas vai perdendo as forças. "Tive um ataque de sede, de modo que sufocava e tinha a garganta seca. Disse para comigo: ' É o sabor da morte ' ." Ouve mugir um rebanho. Beduínos aproximam-se, um xeque que havia estado no Egito reconhece Sinué e dá-lhe água e leite, levando-o para sua tenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prossegue a vida de eremita, anda de terra em terra. Percorre a Síria-Palestina e chega a Qedem ao sul de Biblos e passa lá um ano e meio. É então levado pelo príncipe do Retenu superior, um principado palestino, e casa com a filha mais velha do príncipe, recebendo terras magníficas: "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Produziam figos e uvas; o vinho era mais abundante do que a água; tinha muito mel e azeite em quantidade; as suas árvores davam frutos de todas as espécies. Também havia cevada e trigo, e o gado de todos os gêneros era enorme&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Sinué passa alguns anos nesse paraíso. "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os meus filhos tinham-se tornado fortes, e cada um deles dominava a sua tribo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;." Sinué era general dos beduínos, alcança numerosas vitórias e a sua fama aumenta na região.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/01/Egypte_louvre_066.jpg/180px-Egypte_louvre_066.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/01/Egypte_louvre_066.jpg/180px-Egypte_louvre_066.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Um "valentão de Retenu", uma espécie de gigante que ninguém ainda conseguiu vencer, provoca o egípcio. "Dizia que lutaria comigo: pensava que me roubaria e propunha-se furtar o meu gado." Sinué não conhece o homem e não entende seu ódio. Mas prepara-se para o combate. Vence o adversário com uma seta lançada em seu pescoço, o gigante cai de bruços, abate-o com seu próprio machado e brada a vitória. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas Sinué não é feliz "Ó deus, sejas tu quem fores que predestinaste esta fuga, sê clemente e devolve-me à corte." Os antigos egípcios, quando no estrangeiro, desejavam voltar ao Egito, a idéia de não poderem ser enterrados em sua terra era insuportável. As suas preces foram atendidas e o faraó envia uma carta ao egípcio exilado: "Regressa ao Egito, para que voltes a ver a corte em que cresceste, para que beijes a terra da dupla grande porta e te reúnas com os amigos" escreve Sesóstris I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinué distribui os seus bens pelos filhos. Quando chega ao palácio do faraó em Lischt e depara com Sesóstris fica tão emocionado que perde os sentidos. O rei se mostra amigável e benévolo chegando a dizer à rainha: "Olha como Sinué parece um asiático, um verdadeiro filho de beduínos!". Sinué é de novo introduzido no círculo dos nobres, dos próximos ao monarca. É instalado numa casa principesca. Tem cerca de 60 anos e passou pelos menos 25 no estrangeiro. Operários são encarregados de restaurar uma casa no campo que havia pertencido a um nobre. E é lá que Sinué terminará os seus dias, num túmulo preparado com muito esmero. "Eu fui contemplado pelos favores reais até o dia da minha morte".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim nos é apresentado este belo texto que evoca maravilhosamente o tempo de Sesóstris e a requintada civilização dos faraós do Médio Império. O mundo sírio-palestino é descrito com certa precisão e sem preconceitos, em grande contraste com o Egito e a sua corte real, onde se afirmam os valores espirituais e culturais. Elegância da língua em que o texto é redigido, encanto da aventura, profundidade dos pensamentos e dos símbolos: O Romance de Sinué merece ser considerado uma obra-prima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do livro' &lt;strong&gt;O Egito dos Grandes Faraós' de Christian&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-7802119247815422713?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/7802119247815422713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/historia-de-sinue.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/7802119247815422713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/7802119247815422713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/historia-de-sinue.html' title='A História de Sinué'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qbsPW4VYCkY/Sw55QkJCuWI/AAAAAAAAANs/XlzXnJahaIk/s72-c/mapa_egito03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-6298945088864901185</id><published>2009-11-24T03:19:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T03:19:27.710-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rei Davi'/><title type='text'>A grandeza do Rei David</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.ideariumperpetuo.com/davi.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" iq="true" src="http://www.ideariumperpetuo.com/davi.jpg" width="161" /&gt;&lt;/a&gt;Na obra Chovat HaLevavot (Deveres do Coração), de Rabi Pakuda, consta que "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Às vezes, um pecado tem maior efeito sobre o indivíduo do que uma série de boas ações&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;". Imediatamente após a dura repreensão do profeta Nathan por ter tomado Bat Sheva como sua mulher e enviado Uriah à morte, o rei David admite seu grave erro. Ele não se justifica, apesar de ter argumentos em sua defesa, como outros fizeram. Em vez disso, segue a trilha do arrependimento que o leva a aniquilar o mau instinto que nele residia. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu erro o impulsionou a alcançar as Alturas. Mais ainda, conseguiu abrir as portas do arrependimento também a nós, seu povo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um judeu peca, quando se entrega à mercê de D'us, especialmente no Yom Kipur - ele encontra conforto na idéia de que mesmo um homem da estatura de David ha-Melech cometeu erros. Mas se arrependeu. E o confessou. E, por isso, foi perdoado. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Se os maiores homens mencionados na Torá, entre eles, &lt;strong&gt;Adão, Moshê e o Rei David&lt;/strong&gt;, não tivessem errado, que esperança nos restaria, a nós, simples judeus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A grandeza do Rei David&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém teve uma vida mais difícil do que David, desde que nasceu até o último de seus dias. Cresceu no ostracismo. Mesmo após vencer Golias e fielmente servir ao rei Saul, foi constantemente perseguido pelo monarca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando este morreu, outros sete anos transcorreriam até que o povo aceitasse David como seu rei - ainda que tivesse sido ungido pelo profeta Samuel. E, enquanto Rei, enfrentou a violenta insubordinação do mais valente general de Israel, Yoav; o polêmico episódio que envolveu Bat Sheva; assassinatos, tragédias e revoltas no seio de sua família - e as punições Divinas que recaíram sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, a despeito de tudo o que vivenciou, suas facetas de grandeza humana permaneceram inalteradas. Ao longo de sua vida, sua fé em D'us era completa e inabalável, por mais desestimulantes que fossem as circunstâncias. Incondicionalmente devotado a seu povo, mesmo como Rei, nunca hesitou em enfrentar perigo mortal para defender os seus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um valente guerreiro e um líder carismático, que alçou seu povo de uma humilhante derrota e do desespero nacional ao triunfo e à autoconfiança. E, quanto mais poderoso se tornava, mais humilde ficava. Reverenciava a D'us e à Sua Torá e aos Profetas. Estava aberto à repreensão, pronto a admitir seus erros. David veio ao mundo para ser, por todo o sempre, o mentor do arrependimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Salmos de David, que levam o selo indiscutível de um homem sobre quem D'us repousou a Sua Presença, constituem grande parte das orações da liturgia judaica e são recitados dia após dia, inclusive no Shabat e nas festas judaicas. Até hoje, como há milhares de anos, os Salmos têm revigorado o espírito dos seres humanos, inspirando e consolando não apenas o povo judeu, mas toda a humanidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os atos do rei David foram em favor de D'us e de Israel. Sua devoção a nosso povo se reflete no último capítulo do segundo Livro de Samuel. O povo de Israel é punido com uma praga terrível, e o Rei que não consegue tolerar o sofrimento de seu povo, suplica a D'us: "Senhor, é fato que pequei... mas este Teu rebanho - que mal fizeram eles?" Em sua devoção a Israel, David aceitava qualquer culpa sobre si para evitar o sofrimento de Am Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua vida, tão cheia de percalços, deve ser analisada à luz da História Judaica, que demonstra que D'us desejava que os eventos que levariam à vinda do Mashiach transcorressem em meio a dificuldades, para fazer ver ao homem que os grandes êxitos podem ocorrer mesmo em meio às mais insólitas e difíceis situações. Salta aos olhos o fato de os eventos que levaram ao nascimento do rei David e de sua dinastia - na verdade, o instrumento da Era Messiânica - somente terem sido possíveis através de uma cadeia de desafios e de milagres.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-6298945088864901185?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/6298945088864901185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/grandeza-do-rei-david.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/6298945088864901185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/6298945088864901185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/grandeza-do-rei-david.html' title='A grandeza do Rei David'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-7218466407880180528</id><published>2009-11-07T11:23:00.000-08:00</published><updated>2009-11-07T11:23:10.695-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Templo'/><title type='text'>Primeiro Templo, ou de Salomão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.sedentario.org/wp-content/uploads/2008/10/solomon_temple.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="119" iq="true" src="http://www.sedentario.org/wp-content/uploads/2008/10/solomon_temple.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro Templo, ou de Salomão&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quatrocentos e oitenta anos depois que o povo de Israel havia saído do Egito, no quarto ano do reinado de Salomão em Israel; no mês de fevereiro, Salomão começou a construir o Templo (1Reis 6). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No décimo primeiro ano de seu reinado, no mês de agosto, terminou completamente o Templo, levando, portanto, sete anos para construí-lo. Salomão também construiu o seu palácio e levou treze anos (13) para terminá-lo. Salomão reinou em Israel por 40 anos, sete anos da cidade de Hebrom e 33 de Jerusalém, se não me falha a memória.&lt;br /&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro Templo construído por Salomão, entre 967 e 964 a.C., serviu como centro de culto a Deus em Israel por quase 400 anos, até sua destruição em 586 a.C., por Nabucondonossor na tomada de Jerusalém. A destruição do Templo se deu porque Salomão desobedeceu ao Senhor, pois ele havia ordenado que os israelitas não se casassem com mulheres estrangeiras, porque elas fariam com que seus corações se voltassem para outros deuses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;SALOMÃO, além da filha do rei do Egito, casou-se com mulheres hetéias e com mulheres dos países de Moabe, Edom, Amom e Sidom, num total de 700 esposas e 300 concubinas. Construiu na montanha a leste de Jerusalém, lugares para adoração de Quemos, deus de Moabe; Moloque, deus de Amom. Também construiu lugares de adoração, onde suas esposas estrangeiras queimavam incenso e ofereciam sacrifícios aos seus próprios deuses. O SENHOR, DEUS de Israel, havia aparecido duas vezes para Salomão e ordenado que não adorasse deuses estrangeiros. Mas em consideração a DAVI, o Senhor permitiu a destruição do Templo somente após a morte de Salomão, no reinado de seu filho Roboão (1Reis 11).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No dia 10 de outubro, trincheiras foram cavadas em volta da cidade, que ficou sitiada por dois anos. No dia 9 de abril, o rei Sedecias fugiu, mais foi perseguido e preso pelos Caldeus e conduzido ao rei da Babilônia em Rebla (Síria), onde foi julgado. Teve seus olhos vazados, foi acorrentado e conduzido da Babilônia; antes, porém, assistiu a chacina de seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Toda a população de Jerusalém, todos os dignatários e homens abastados, num total de 10.000, foram deportados para Babilônia. Inclusive os ferreiros e serralheiros de modo que só ficasse a população pobre do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nabucondonossor em 7 de maio ordenou que o comandante de sua guarda e oficial Nabuzardã ateasse fogo no Templo do senhor, no palácio real e em todas as casas de Jerusalém, além de demolir as muralhas de Jerusalém em toda sua extensão. (o Menorá iluminou este templo por 400 anos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Templo, ou de Zorobabel&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Entre os 10.000 Israelitas levados cativos a Babilônia, estava o rei Jaconias. O filho de Jaconias, Zorobabel, após 70 anos de escravidão e da morte de Nabucondonossor, obteve de CIRO seu sucessor, a autorização de voltar a Jerusalém, em 536 a.C., e levantar as ruínas do Templo. Mais as obras só começaram por volta de 520 a.C.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Este atraso se deu devido ao fato que os Israelitas eram constantemente hostilizados pelos samaritanos, seus vizinhos, que tinham construído um Templo e, dominados pela inveja, se opunham à reedificação do Templo de Jerusalém. A obra só continuou após Zorobabel obter do rei Dario, sucessor de Ciro, a expedição de decreto, o qual punia com a morte os vassalos que perturbassem os obreiros nos trabalhos de reconstrução da cidade de Jerusalém e do Templo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Esse segundo templo, ou de Zorobabel, ao que parece foi construído no mesmo lugar que o Templo de Salomão, só que menos imponente. Neste segundo templo, o “Santo dos Santos” foi deixado vazio, pois na destruição de Jerusalém em 586 AC, a Arca da Aliança desapareceu. Diz a lenda que a “Arca da Aliança” fora conduzida aos céus. Voltaremos a falar da Arca da aliança mais tarde, com a Ordem dos Cavaleiros Templários.&lt;br /&gt;Esse segundo Templo foi saqueado por Antioco IV no ano de 168 a.C. Três anos mais tarde, em 165 a.C., Jerusalém foi retomada por Judas Macabeu, que restaurou o Templo e restabeleceu o culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta época, surge o candelabro de Nove braços, destacando-se o nono, central, que sobressai dos restantes oito, que são colocados na mesma linha horizontal. É o Hanukah, que significa restauração, comemorando a vitória dos Macabeus (o Menorá iluminou por 420 anos este segundo templo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-7218466407880180528?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/7218466407880180528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/primeiro-templo-ou-de-salomao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/7218466407880180528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/7218466407880180528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/primeiro-templo-ou-de-salomao.html' title='Primeiro Templo, ou de Salomão'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-3228689163026962456</id><published>2009-11-06T04:03:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T04:03:39.745-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Egito'/><title type='text'>A geografia egípcia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Egito foi o primeiro povo na terra a criar um Estado nação. Incorporando crenças espirituais e aspirações de seu povo, se estabeleceu como uma teocracia. Com uma cultura extraordinariamente forte, confiante e duradoura, se mantendo por 3000 anos, com pureza de estilo. No antigo Egito – Estado, religião e cultura, formavam uma unidade incontestável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________A geografia______________&lt;br /&gt;Impossível conceber a civilização egípcia antiga, sem considerar sua situação geográfica:&lt;br /&gt;o deserto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o rio Nilo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o vale produtivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os egípcios se conscientizaram tanto da imobilidade quanto do isolamento nacionais. Achavam ter sempre habitado o vale do Nilo como uma raça diferenciada e que o território com seus desertos circundantes, existira desde a criação. Se enganavam, pois houve uma época que todo o Egito foi habitável. Por volta de 10.000 a.C , as chuvas locais diminuíram aceleradamente, e as pastagens e savanas da planície egípcia se transformaram em deserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nilo parece ter começado a adquirir seu curso atual há cerca de 10.000 anos. Por muitos milênios, a região desde a Primeira Catarata até Tebas foi um lago, ao passo que grande parte do delta permaneceu alagadiça até a nossa era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os tempos mais remotos, os egípcios dividiram o país em duas partes: &lt;br /&gt;keme a negra – cultivável e habitável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;deshret a vermelha – o deserto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal dualismo parece ter sido incorporado pela personalidade egípcia. O próprio país foi visto como dividido em duas metades:&lt;br /&gt;o Vale – Alto Egito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o Delta – Baixo Egito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A configuração geográfica do Egito se completou com suas barreiras externas:&lt;br /&gt;ao sul – as cataratas cortam o país&lt;br /&gt;a oeste – o Deserto líbio&lt;br /&gt;ao leste – o Deserto Oriental, mar Vermelho e o Deserto do Sinaí&lt;br /&gt;ao norte – o Delta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nilo – isolado do resto do mundo, o Egito foi dominado pelos ritmos de seu rio. Entre a baixa das águas e a inundação, o volume aquático do Nilo Azul, se eleva em média de 2133 metros cúbicos por segundo para mais de 106.680. Em Elefantina, próximo a Primeira Catarata, e no Velho Cairo, os antigos egípcios estabeleceram os nilômetros – marcos de pedra à margem do rio para registrar e predizer seu comportamento. O Nilo e sua inundação, chamada Hapi, eram venerados como deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hapi era barbado, com alismas germinando de sua cabeça e seios femininos pendurados em seu corpo, simbolizando a fertilidade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O ano agrícola começava quando as águas transbordavam, o processo tinha que estar pronto até o fim de maio, quando as águas voltavam a subir. O ano agrícola era constituído de 3 temporadas: 1. inundação 2. semeadura 3. colheita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nilo além da fertilidade, proporcionou aos egípcios o transporte, e foi o país da antiguidade com melhor comunicação interna. Construíram barcos de sicômoro, a única árvore que o país produzia em abundância. A indocilidade do rio estimulou a criação e a organização de uma economia de armazenamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A emergência do Egito como uma potência civilizada no fim do 4º milênio antes de Cristo – sua "ascensão" como uma cultura incorporada a um Estado e uma economia – foi uma conquista e um processo sobretudo religioso (um dos primeiros centros no Egito a adquirir uma personalidade religiosa definida e a agir como um foco político foi Heliópolis, com o deus-Sol Rá); e foi exatamente o declínio da vitalidade religiosa que levou a cultura egípcia ao colapso nos primeiros séculos da era cristã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: 'História Ilustrada do Egito Antigo' de Paul Johnson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-3228689163026962456?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/3228689163026962456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/geografia-egipcia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/3228689163026962456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/3228689163026962456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/11/geografia-egipcia.html' title='A geografia egípcia'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-6198519101823244994</id><published>2009-10-25T15:46:00.000-07:00</published><updated>2009-10-25T15:46:19.148-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reis do Egito'/><title type='text'>Ramses II</title><content type='html'>Ramses II&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.anticoegitto.net/images/ramsescolori.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" iq="true" src="http://www.anticoegitto.net/images/ramsescolori.jpg" width="160" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Da sua vida pessoal, quase nada se sabe. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A sua primeira e favorita rainha foi Nefertari. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O fato de, em Abu Simbel, o mais pequeno lhe ter sido dedicado, e à Deusa do Amor, mostra o afeto que existiu entre eles. Ela parece ter morrido comparativamente cedo, no reinado, e o seu belo túmulo, no Vale das Rainhas, em Tebas, é bastante conhecido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Outra função dos faraós era travar batalhas constantes contra os invasores do Alto e do Baixo Egito. Quatro anos após Ramses II ter sucedido seu pai, Seti I, aos 25 anos, os inimigos de sempre dos egípcios, os Hititas, invadiram o Baixo Egito pelo norte. O inexperiente faraó juntou rapidamente um exército de 20000 homens, e marchou para a faixa de Gaza para enfrentar um exército hitita com quase o dobro de soldados. A batalha acabou, em termos territoriais, igual. Depois de muitas mais escaramuças, durante cerca de quinze anos, o sucessor de Muwatalli, Hatuusilis III, pediu um tratado de paz, que o Egito aceitou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tratado durou o resto da vida de Ramses. No entanto foi muito ajudado pelo se casamento com Maat-Hor-Neferure em 1246 a.C., casamento este que por pouco não se realizava por causa de divergências quanto ao dote. Sabe-se também que, mais tarde, o faraó casou com outra filha do rei Hitita cujo nome se desconhece.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Numa época em que a expectativa de vida era, em média, de 40 anos, Ramses deve ter parecido quase imortal ao viver até os 92 anos, idade em que, finalmente e faraó vai para o “Mundo de Osíris”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-6198519101823244994?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/6198519101823244994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/10/ramses-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/6198519101823244994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/6198519101823244994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/10/ramses-ii.html' title='Ramses II'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-4489706019807473208</id><published>2009-10-14T04:53:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T04:55:47.370-07:00</updated><title type='text'>Djoser, o Magnífico</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wK7VRzurvm0/SiPXSiAntBI/AAAAAAAAGh0/TTbebJVy90Q/s1600/djoser.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_wK7VRzurvm0/SiPXSiAntBI/AAAAAAAAGh0/TTbebJVy90Q/s200/djoser.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o faraó Djoser sobe ao trono, tem início o Antigo Império egípcio, século XXVII, 3ª dinastia. Reina de 2640 a 2575 a.C (ou 2625-2605 a.C). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Egito Antigo conhece um dos mais brilhantes períodos da sua história e há motivos para se falar de um "século de Djoser". &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode ser considerado o verdadeiro fundador da 3ª dinastia, que marca uma virada decisiva na evolução religiosa, artística e provavelmente social do Egito Antigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Djoser reina sobre um Egito unido. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Alto e o Baixo Egito conservam a sua originalidade e as suas instituições particulares. As lutas tribais e partidárias terminaram. Todo Egito se reconhece na pessoa de seu chefe, e a paz interior tornou-se uma realidade profundamente enraizada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Numa estátua em Saqqara vemos o rosto de Djoser e nela compreendemos: &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;uma força de caráter, &lt;br /&gt;vontade feroz e &lt;br /&gt;autoridade natural&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este rei autoritário, foi também justo e sua memória honrada ao longo de toda a história do Egito. Teria escrito livros de ensinamentos, para uso dos futuros faraós, a fim de ensinar as regras de rei e ensiná-los a adotarem uma atitude certa perante os deuses e os homens. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Djoser simboliza o equilíbrio sereno de uma civilização em plena posse dos seus meios de criação, inteiramente preocupada com concretização artística do seu ideal. O século de Djoser é o de uma autêntica sabedoria. O seu próprio nome é significativo: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wK7VRzurvm0/SiPXbzxWvsI/AAAAAAAAGh8/9kqbP5-C3AQ/s1600/djoser+pi%C3%A2mide.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_wK7VRzurvm0/SiPXbzxWvsI/AAAAAAAAGh8/9kqbP5-C3AQ/s320/djoser+pi%C3%A2mide.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;– a palavra djoser significa em egípcio "prestígio, admirável, sagrado"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reinado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O reinado de Djoser será consagrado à edificação do seu gigantesco complexo funerário em Saqqara. O ponto chave do reino – construir uma morada eterna para abrigar um corpo divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a uma inscrição encontrada em Uadi Hammamat, sabemos que o faraó enviou expedições ao Sinai, e mandava explorar lá, minas de cobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sei reinado teria havido uma 'grande fome', aparece inscrito em uma estela da época ptolomaica gravada num rochedo descoberto ao sul da ilha de Sehel, na região de Elefantina, na extremidade meridional do Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sua obra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Djoser e Saqqara, o rei e sua obra. Onde foi enterrado, confunde-se a vida e a morte de maneira inextricável no "castelo encantado" de Saqqara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensou durante algum tempo que Djoser era originário do Médio Egito, por causa da descoberta, na região de Abidos, uma sepultura com o seu nome gravado, mas a carreira de Djoser está ligada ao desenvolvimento de Mênfis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Djoser mandou construir em Heliópolis, muito perto de Mênfis, um pequeno santuário de que restam poucos elementos, um deles porém preserva um título, onde Djoser é qualificado como: &lt;br /&gt;"Sol de ouro"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dos fragmentos mostra: &lt;br /&gt;o rei sentado, envolto no grande manto ritual; a sua estátua é elevadíssima, comparada com a da sua esposa e das suas filhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 3ª dinastia nos faz conhecer, além de Imhotep – o grande construtor; outros grandes personagens:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hesyrê &lt;/strong&gt;– cujo túmulo abriga admiráveis relevos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Bedjmes &lt;/strong&gt;– o construtor de barcos, cuja estátua conservada no Museu Britânico, nos revela um homem severo e competente com uma enxó nas mãos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Sepa e sua mulher Neset – formando um casal muito digno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Djoser constrói seu túmulo em Saqqara, mas também reproduz o seu palácio régio, o lugar da sua existência terrestre. Utiliza a pedra, material aparentemente opaco, mas o torna transparente para a circulação milagrosa da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Djoser não partiu morto. Transmitiu a vida através da pedra. Por trás das fachadas do seu palácio do Além, cuidadosamente aparelhadas, não há entulho. Quando transpomos as muralhas, passamos para o outro lado do espelho, entramos na paisagem da alma, na realidade de uma festa eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: 'O Egito dos Grandes Faraós' de Christian Jacq e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-4489706019807473208?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/4489706019807473208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/10/djoser-o-magnifico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/4489706019807473208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/4489706019807473208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/10/djoser-o-magnifico.html' title='Djoser, o Magnífico'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wK7VRzurvm0/SiPXSiAntBI/AAAAAAAAGh0/TTbebJVy90Q/s72-c/djoser.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-7790538921381042498</id><published>2009-10-07T06:04:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T06:04:43.822-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimentos'/><title type='text'>O movimento da Lua</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O movimento da Lua&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cidadaodomundo.weblog.com.pt/arquivo/LuaMaquina.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" height="74" src="http://cidadaodomundo.weblog.com.pt/arquivo/LuaMaquina.jpg" width="96" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um aparelho planetário, patenteado por Manuel da Silva Marques, demonstra que a Lua, ao contrário do que se diz, não tem movimento de rotação, pois caso tivesse não mostraria à Terra sempre a mesma face. Esta demonstração desmente a falsa verdade segundo a qual a Lua executa um movimento de rotação em torno do seu próprio eixo enquanto descreve um movimento de translação em volta da Terra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas enciclopédias, o fenómeno é explicado do seguinte modo: «A Lua gira em torno da Terra em 27,32 dias. No mesmo espaço de tempo cumpre uma rotação completa em torno do seu próprio eixo. É devido ao seu movimento de rotação que a Lua mostra à Terra sempre a mesma face.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se compreende como é que uma suposta tese científica complica e baralha a explicação daquilo que é simples. Em primeiro lugar, a Lua não executa dois movimentos diferentes com a mesma duração, mas um único e mesmo movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Lua executasse, simultaneamente, dois movimentos diferentes, a meio do movimento de translação a sua face oculta estaria então voltada para a Terra, devido ao seu hipotético movimento de rotação (ver ilustração).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a Lua executa unicamente um movimento em volta da Terra, não realizando ao mesmo tempo qualquer movimento em torno do seu próprio eixo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cidadaodomundo.weblog.com.pt/arquivo/LuaMaquina.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://cidadaodomundo.weblog.com.pt/arquivo/LuaMaquina.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Se a Lua executasse um movimento de rotação em torno do seu próprio eixo, não mostraria à Terra sempre a mesma face, tal como a Terra não mostra ao Sol sempre a mesma face. E, se algum dia isso acontecer - como antevêem certos astrónomos -, um dos hemisférios terrestres ficará permanentemente às escuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação de que «a Lua mostra sempre a mesma face devido ao seu movimento de rotação» só é entendível se for lida ao contrário: «Como não tem movimento de rotação, a Lua mostra sempre a mesma face.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos, pois, perante uma pseudo-tese científica, sem pés nem cabeça - o que levou Manuel da Silva Marques a patentear um aparelho planetário para esclarecer a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este aparelho é constituído por duas esferas pequenas, que representam a Lua, e por uma esfera maior, que representa a Terra. Uma das esferas pequenas representa a Lua sem o movimento de rotação e possuindo apenas o movimento de translação em torno da Terra; a outra esfera pequena representa a Lua com o movimento de rotação em torno do seu eixo e o movimento de translação em volta da Terra. «Como esta última esfera não apresenta sempre a mesma face virada para a Terra, é evidente que a Lua não tem movimento de rotação em torno do seu eixo.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta «máquina da verdade» torna bem claro que a Lua descreve apenas um movimento em volta da Terra, não rodando simultaneamente sobre si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os astrónomos portugueses com livros publicados subscrevem a tese dos dois movimentos lunares, mas limitam-se a enunciá-la e evitam explicá-la, sobretudo através de um desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como refere um professor de Geometria, «a tese de que a Lua executa um movimento de rotação em torno do seu próprio eixo é um atentado à inteligência do ser humano».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planetário construído por Manuel da Silva Marques pode ser visitado por estudantes e outras pessoas interessadas, bastando contactar o inventor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Texto de Luiz Vaz do Carmo publicado na secção Tendências/Inventos no suplemento Revista do jornal Expresso em 7 de Agosto de 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilustração Expresso/Sofia Miguel Rosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-7790538921381042498?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/7790538921381042498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/10/o-movimento-da-lua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/7790538921381042498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/7790538921381042498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/10/o-movimento-da-lua.html' title='O movimento da Lua'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-1638669974344033753</id><published>2009-09-22T05:57:00.000-07:00</published><updated>2009-09-22T05:57:28.919-07:00</updated><title type='text'>O ARCO MÍSTICO</title><content type='html'>O ARCO MÍSTICO &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SbGj9S1u2ds/SgoQp7LCb2I/AAAAAAAAAS0/1OZaBaqLc_w/s1600/catedral+gotica+de+tui+nave.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_SbGj9S1u2ds/SgoQp7LCb2I/AAAAAAAAAS0/1OZaBaqLc_w/s200/catedral+gotica+de+tui+nave.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Simbolismo de uma Catedral"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obs: Sempre gosto de "negritar" as partes que considero interessantes, nesse texto começei e logo parei, todo ele é muito interessante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Simbologia Mística&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Ela não é um edifício administrativo, mas um corpo vivo de "pedras que falam") &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de entrar no simbolismo da Catedral, é obrigatório parar um pouco sobre o termo "gótico" empregado nesta arte edificatória.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma explicação curiosa, no limite da fantasia é a de Fulcanelli, que diz: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Alguns pretendem, levianamente, que esta palavra derive dos Godos, antigo povo da Alemanha. Outros, que também é a opinião da Escola Clássica, crêem que, pela sua originalidade, esta arte, que fez escândalo nos séculos XVII e XVIII, fosse chamada por escárnio, impondo-lhe um nome sinônimo de bárbaro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, existe uma razão obscura que deveria fazer refletir nossos lingüistas que estão sempre pesquisando a etimologia. A explicação vem de fato pesquisada na origem cabalística da palavra.&lt;br /&gt;Alguns autores perspicazes perceberam a semelhança que existe entre gótico e goético, pensaram que deveria haver uma estreita relação entre Arte Gótica e Arte Goética, ou mágica. Os iniciados sabem, porém, que Art Gotique não é outra que uma deformação da palavra artgotique, cuja homofonia é perfeita, conforme as leis fonéticas que regulam a Cabala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Catedral é, portanto, uma obra prima da ART GOTH, ou do ARGOT. Os dicionários definem o ARGOT como a linguagem particular daqueles indivíduos que se interessam em trocar suas opiniões sem serem compreendidos pelas pessoas ao redor, como uma linguagem cifrada, uma verdadeira Cabala falada." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As civilizações tradicionais sempre tiveram como objetivo conciliar o mutável com o imutável, o solvente com o coagulante, porque a harmonia entre os contrários é o primeiro passo verdadeiro da Iniciação e a primeira operação da Grande Obra Alquímica. O ensinamento tradicional é claro: existem duas "cidades". Aquela do céu e aquela da terra, aquela de Deus e aquela dos homens, a Jerusalém Celeste e a Jerusalém Terrestre. A Catedral, que tem a sua base na Terra e se alça em direção ao céu, é o símbolo vivente da unidade criativa do Grande Arquiteto do Universo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O iniciado constrói na Terra a sua Catedral para que o mundo de baixo seja correspondente àquele do alto. A Catedral torna o Universo perceptível, porque é organizada segundo o Verbo e não segundo um racionalismo qualquer. Ela não é um edifício administrativo, mas um corpo vivo de "pedras que falam". Os Mestres aprendiam desde o início as leis da Harmonia. Através da iniciação eles tinham acesso a um estado interior necessário para compreender esses valores harmônicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conseqüentemente a profissão aprendida através dos anos permitia manifestar-se na pedra, e seu percurso espiritual transitar nos símbolos que velavam, mas não escondiam, o caminho a seguir. As Catedrais são bússolas, pontos de referência na floresta dos símbolos, que falam claramente só a quem transmutou seu modo de raciocinar e de pensar. A Catedral, nas suas esculturas e na sua geometria, contém realmente o alfabeto necessário para decifrar o livro sagrado que encarna. Livro aberto, porque ofertado à visão de todos, mas livro fechado se nosso pensamento e nossa vida não estão em harmonia com a mensagem que ela transmite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o mundo antigo e tradicional as partes de um Templo tinham um simbolismo próprio, um significado preciso que unia Arquitetura e Consciência. &lt;br /&gt;É curioso notar que todas as Catedrais Góticas do século XIII são dedicadas a Nossa Senhora, isto é, à Virgem. E é mais curioso ainda que a localização destes edifícios sagrados nos permitem traçar, sobre a Terra da França, quase com perfeita correspondência, a constelação da Virgem, tal e qual se vê no céu. Isso explica como em um pequeno burgo, como devia ser Chartres em 1200, tenha sido construída uma esplendida e caríssima Catedral. Houve tempos em que as câmaras subterrâneas dos Templos serviam como morada da Ísis Negra. É notório como o simbolismo da Ísis dos Pagãos foi absorvido pelo cristianismo da Virgem Maria. As estátuas negras da Ísis se transformaram nas estátuas das Virgens Negras que reencontramos nas criptas das Catedrais Góticas. Tanto umas como as outras mostram em sua base a inscrição que encontramos na Virgem Negra de Chartres – Virgem grávida – a Virgem parturiente, cujo significado, nem mesmo tão escondido, se pode comparar ao da terra antes de ser fecundada pelos raios do sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta de uma Catedral é sempre em forma de cruz. O braço horizontal corresponde aos equinócios e aos solstícios, enquanto o braço vertical corresponde a um simbolismo polar, aos pólos com relação ao plano do equador. A consciência da planta em cruz nos permite ler o mundo, perceber a arquitetura.&lt;br /&gt;No centro da cruz, no ponto de encontro entre a horizontal e a vertical, o homem se encontra no centro do mundo, mas também do seu ser. Não é por acaso que neste ponto das Catedrais Góticas se situa o altar-mor. &lt;br /&gt;Em todas as Catedrais Góticas se nota um curioso fenômeno: &lt;br /&gt;O eixo da nave central não é o prolongamento exato do eixo do coro. Esse desvio do eixo não é devido a um erro do projeto, mas sim proposital. Esse é um símbolo já presente no antigo Egito, onde o exemplo mais evidente é o Templo de Luxor. O desvio do eixo é uma espécie de ruptura, uma fronteira invisível entre duas ordens de realidades diversas. Uma ruptura entre a nave, lugar da consciência racional e o coro, lugar da consciência absoluta. A simetria é morte, a assimetria é vida, afirma o pensamento pitagórico. O desvio do eixo é uma das manifestações mais claras de uma assimetria criativa que desvia a linha diretamente da razão.&lt;br /&gt;As Catedrais, como outros edifícios sagrados, são rigidamente orientadas com o abside para &lt;br /&gt;o leste, ponto geográfico onde nasce o Sol. &lt;br /&gt;Ao norte, onde tudo é escuridão, tem sempre um portal rico em simbologia relativa ao início da vida iniciática. É no portal norte da Catedral de Amiens que os alquimistas se reuniam para discutir sobre o início da Grande Obra. &lt;br /&gt;A oeste, freqüentemente se encontram baixos relevos sobre o juízo universal e&lt;br /&gt;no sul uma grande rosácea que faz filtrar a luz do sol em toda a sua força.&lt;br /&gt;Externamente os portais são colocados uns sobre os outros, em um átrio coberto, onde se colocavam os profanos antes do batismo. Lugar ainda não sagrado, mas não mais pertencente ao mundo profano, último aviso a criar em nós um estado interior consoante com a espiritualidade do interior do Templo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nave, como bem exprime a palavra, é arquitetonicamente um navio ao contrário. É o símbolo da Arca onde embarcaram os Sábios para viajarem através da luz.&lt;br /&gt;A nave encarna a razão, não no sentido moderno do termo, mas no sentido tradicional, isto é, a soma das leis que constituem o Sagrado. Quem percorre a nave já está no caminho e pisa um pavimento, hoje em dia completamente refeito, mas que era originalmente um mosaico branco e preto para evocar a dualidade do nosso mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do pavimento da nave central era colocado o Labirinto. Quase todos foram destruídos, mas em Amiens (refeito) e em Chartres (original) ainda permanecem a testemunhar uma sabedoria secreta. No calçamento das nobres igrejas, são um símbolo de uma riqueza inesgotável. Geralmente de forma circular, eles existem também na forma octogonal e quadrada. Têm sua origem no Labirinto de Creta, arquétipo da mitologia grega, onde o rei Minos faz aprisionar o Minotauro, metade homem, metade touro, filho da traição de sua mulher e rainha, Pasífae. Dédalo, arquiteto do labirinto de Creta, o construiu cheio de corredores que se entrecruzavam e de aposentos dispostos de tal maneira que quem neles entrasse não mais conseguiria sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dédalo foi o arquiteto inspirador que na Idade Média serviu de modelo a todos os construtores. Há representações nos lugares da construção do labirinto, como na catedral de Reims,&lt;br /&gt;de uma figura que representa o mestre de obras, verdadeiras charadas como se fossem assinaturas de um feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocados nas portas das cidades fortificadas ou no eixo central das Catedrais, os labirintos estavam para proteger dos inimigos e das influências malignas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles permitem que, ao caminhar em direção ao seu centro, como uma viagem iniciática, possa, em um exercício avançado e introspectivo, desenvolver o seu "eu", oculto para um não iniciado, mas também de conhecimento superficial para os iniciados que não se aprofundam. Fica inacessível e de certa forma interditado àqueles que não estão qualificados, notadamente porque demonstram estarem perdidos ao caminhar dentro do labirinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gótico é um sistema arquitetônico que se baseia naquilo que chamamos volta em cruz.&lt;br /&gt;A ogiva em cruz se baseia no princípio da transformação dos esforços laterais em esforços verticais. É um conjunto de impulsos dado à pedra para que a abóbada não pese muito, mas se lance do alto através dos contrafortes laterais. O monumento gótico exige a existência de uma proporção perfeita entre peso e esforços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o objetivo sublime de aproximar o homem de Deus Todos os detalhes são estudados para que possa lograr um sucesso esplendoroso:gigante como o paraíso na terra, capaz de abrigar toda a população de uma só vez toda uma vila , a catedral de Chartres por exemplo abrigava 10.000 pessoas, alta com 37 metros de altura estar bem perto do céu de abobadas curvas, azuis construídas para onde nasce o sol, de onde vem a luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiéis entrando pelo ocidente caminhando para o oriente deixavam para trás o julgamento final,representado pelo portal ocidental. Morriam para a vida pecadora terrestre e nasciam para a vida celestial, sublime indo ao encontro do Criador.&lt;br /&gt;As catedrais exigiam muita luz porque Deus é luz - As paredes rasgadas, os vitrais crescentes e todo um conjunto potenciava energia cósmica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rosácea é a primeira representação luminosa da transfiguração, representada pelo sol, Cristo, a roda da vida, a origem e o planejamento da existência do homem.embora ñ emanava luz visível, mesmo assim talvez fosse a mais importante.obras primas inigualáveis da arte vitral, ensinam dois elementos essenciais do pensamento: andar da periferia para o centro e vice-versa. A sua imobilidade é só aparente, na verdade elas estão sempre em movimento de acordo com os ciclos eternos do Cósmico. Eles são o símbolo não só da roda, mas também da rosa mística que representa a ação do fogo alquímico. E é por isso que os arquitetos góticos procuraram transferir para as rosáceas de pedra uma imagem de fogo em movimento sobre a matéria. O coro da Catedral é comparável ao Santo dos Santos, é a cabeça, é o oriente. No coro é colocada a cadeira do Bispo, exatamente ao leste, onde nasce a luz,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interior da Catedral de Chartres, na nave lateral oeste do transepto sul, há uma pedra retangular incrustada, enviesada ao piso, cuja brancura ressalta nitidamente sobre a cor cinza do restante. Essa pedra está assinalada por uma peça saliente em metal dourado. Cada ano, no solstício de verão, em 21 de junho, se o sol está brilhando, ao meio dia, um raio que filtra de uma abertura no vitral de Santo Apolinário vai atingir essa pedra. Acredito que esta seja a prova definitiva contra os céticos que acreditam ainda que as Catedrais Góticas são simples Igrejas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirado do: http://rosacruzes.blogspot.com&lt;br /&gt;colaboração---Antonio C. M. Pacheco Fº&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-1638669974344033753?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/1638669974344033753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/09/o-arco-mistico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/1638669974344033753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/1638669974344033753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/09/o-arco-mistico.html' title='O ARCO MÍSTICO'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SbGj9S1u2ds/SgoQp7LCb2I/AAAAAAAAAS0/1OZaBaqLc_w/s72-c/catedral+gotica+de+tui+nave.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-5267344438326293734</id><published>2009-09-19T05:35:00.000-07:00</published><updated>2009-09-19T05:36:29.849-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ritos Outros'/><title type='text'>AS ORIGENS DO RITO FRANCÊS-MODERNO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;AS ORIGENS DO RITO FRANCÊS-MODERNO&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_muLaWRw76s8/SfOfQ_l4DwI/AAAAAAAAAJ8/0NCJYiBOWtk/s1600/tablier+maitre+1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_muLaWRw76s8/SfOfQ_l4DwI/AAAAAAAAAJ8/0NCJYiBOWtk/s200/tablier+maitre+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisar a origem do RITO FRANCÊS exige situá-lo no contexto dos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DANIEL LIGOU sustenta a uniformidade dos ritos no início da Maçonaria francesa, ao afirmar que os seus usos gerais não apresentavam divergências notáveis, daí não se poder falar de ritos na Maçonaria da época.(1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O RITO FRANCÊS é praticado ao lado do RITO EMULAÇÃO, ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO, ESCOCÊS RETIFICADO, etc... Ele não aparece em França antes dos últimos anos do século XVIII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste período e inpicio do século XIX em diante, o RITO FRANCÊS designava o sistema praticado pelo GRANDE ORIENTE DE FRANÇA, sistema que foi adotado em 1785 para os graus simbólicos: Aprendiz, Companheiro e Mestre e em 1786 para os chamados "Altos Graus".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o que apuramos a denominação de RITO FRANCÊS não aparece nos documentos franceses de 1779 a 1785. A mais antiga referência, que chegou ao nosso conhecimento, se encontra em um processo de uma deliberação do GRANDE ORIENTE DE FRANÇA, datada de 25/12/1799, referente à constituição de uma Loja no Oriente de Nova Iorque sob o RITO FRANCÊS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece, entretanto, que o nome não vingou nesta data, pois uma outra deliberação, datada de 24/03/1800, fala simplesmente de REGIME DO GRANDE ORIENTE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XIX, o RITO FRANCÊS será igualmente MODERNO. No "Guide de Maçons Ecossais" ou "Cahier des trois grades symboliques du Rit(2) Ancien et Accepté" lemos: "A Maçonaria é conhecida em todo Universo, qualquer que seja sua divisão em dois ritos, que são distinguidos por 'rito antigo' e 'rito moderno'.(3) Contudo, eles repousam sobre as mesmas bases e sobre os mesmos princípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo indica que o nome RITO FRANCÊS e depois MODERNO utilizado pelo GRANDE ORIENTE DE FRANÇA em oposição ao nome de RITO ESCOCÊS usado por vários ritos na França do século XVIII, depois com o acréscimo da palavra ANTIGO, adotada mais precisamente pelo RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO no início do século XIX. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que a origem do nome ESCOCÊS encontra-se no grau de MESTRE ESCOCÊS, introduzido nos anos de 1740, colado pelos maçõns afiliados às Lojas que tinham adotado este grau. Estas Oficinas o acrescentavam aos graus simbólicos, que eram essencialmente os mesmos em todas as lojas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presentement, constatamos diferenças notáveis entre os diferentes ritos praticados pela Maçonaria Universal, mas inegavelmente o RITO FRANCÊS nos parece isento de qualquer influência "estrangeira" na sua formação. Ele simplesmente foi desenvolvido e enriquecido através dos tempos em função do seu dinamismo, favorecido pelo fato de em 1785 não existirem rituais oficiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos afirmar, sem medo de errar, que ele representou a melhor prática ritualística das Lojas francesas do século XVIII, sem contudo pretend~e-lo superior aos outros ritos quanto ao conteúdo tradicional e iniciático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RITO ESCOCÊS RETIFICADO e o ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO muito devem a esta pra´tica francesa, mas não podemos negar que estes sofreram diversas influências estrangeiras a que o RITO FRANCÊS ficou imune.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ESCOCÊS RETIFICADO sofreu influência diretra da ESTRITA OBSERVÂNCIA TEMPLÁRIA ALEMÃ e de MARTINEZ DE PASQUALLY na sua ritualística. Quanto ao ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO, recebeu influência direta da Maçonaria inglesa dos 'ANTIGOS", vinda provavelmente por intermédio dos Estados Unidos da América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente praticamos o RITO FRANCÊS distanciado dos rituais oficiais adotado pelo GRANDE ORIENTE DE FRANÇA, em 1785 e no REGULADOR DO MAÇOM em 1801.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, colocar o problema das origens do RITO FRANCÊS, é colocar o problema das práticas que tinham cusro na Maçonaria francesa no seu início e, de outro modo, compreender o desenvolvimento dado ao rito acorde com as suas características e escopo todo particular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos falar sobre as origens do RITO FRANCÊS sem abordar o nascimento da Maçonaria na França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Sistema maçônico, muito interessante, que funcionou na segunda metade do século XVIII, e se chamava RITO ESCOCÊS FILOSÓFICO. Estava subordinado à LOJA MÃE ESCOCESA DA FRANÇA ou ORIENTE DE PARIS. Esta não era outra senão a LOJA DO CONTRATO SOCIAL, que tinha recebido em 1776 as patentes da LOJA MÃE ESCOCESA ao ORIENTE DE AVINGNON, tendo sido esta última autorizada pela LOJA MÃE ESCOCESA DE MARSEILLE, criada de maneira nebulosa em 1751, fundando sua legitimidade numa patente concedida por um "ESCOCÊS" autêntico chamado GEORGE DUVALNONS.(4) Esta LOJA MÃE, assim como a PERFEITA LOJA ESCOCESA AO ORIENTE DE BORDEAUX ao qual era subordinada e da qual descendia, parecem ter sido as primeiras a praticarem um rito "ESCOCÊS". A LOJA MÃE ESCOCESA DE MARSEILLE parece ter, igualmente, introduzido o nome, "escocesismo", conforme pode ser apurado em uma carta endereçada em 1774 pelo seu Venerável ao Venerável da Loja subordinada ao Oriente de Avignon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos que o GRANDE ORIENTE DE FRANÇA estabeleceu o seu próprio sistema(5), surgiu o RITO ESCOCÊS RETIFICADO, praticado até hoje na França. A estre rito parece ter sido inicialmente o nome de ESCOCÊS no sisema dos "Altos Graus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece não haver dúvida de que a denominação de "RITO ESCOCÊS" tem sua origem nestes "Altos Graus". Mas se nos atermos aos graus simbólicos, os rituais "azuis" tal qual eram praticados nos ritos escoceses, veremos que divergiam muito pouco, originalmente , daqueles existentes em outras Lojas francesas e daquelas que o GRANDE ORIENTE DE FRANÇA estabeleceu em 1785. Isto é o que demonstra o exame atento dos rituais do RITO ESCOCÊS FILOSÓFICO, conservado em certos manuscritos de Avignon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igualmente podemos nos socorrer nas relações estreitas então existentes entre a Maçonaria francesae a Grande Loja Inglesa, período compreendido entre os anos de 1730 e 1740; pela viagem em 1734 de DESAGULIERS para assistir a u m congresso no hotel de Bussy em Paris; pela viagem, em 1735 do Grão-Mestre inglês, Lord Weimouth para instalar um compatriota, o Duque de Richmond na Loja que ele tinha estabelçecido no seu castelo de Aubigny-sur-Nères. nesta mesma época os franceses de Londres frequentavam a Loja Horn, a mesma que iniciou Montesquieu em 1730 e ao que tudo indica o Cavaleiro Ramsey, futuro Grande Orador da primeira GRANDE LOJA DA FRANÇA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1751 surge na Inglaterra a GRANDE LOJA DOS "ANTIGOS" que, imediatamente titulou os maçons de 1717 de "MODERNOS", com intenção depreciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, a Maçonaria francesa, ressalvado o desenvolvimento natural dos rituais, manteve-se fiel às práticas dos "MODERNOS" de Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTA É A ORIGEM LONGÍNQUA DO NOME "RITO MODERNO" dado ao RITO FRANCÊS pelos maçons do RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO, numa intenção muito semelhante àquela dos "ANTIGOS" ingleses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, os pontos característicos praticados pela Maçonaria francesa do século XVIII coincidem com os da Grande Loja Inglesa dos "MODERNOS". O uso diferentes observados nos demais ritos citados neste trabalho, correspondem às práticas dos "ANTIGOS", que fizeram prevalecer sua vontade por acasião da união de 1813.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO deliberadamente adotou no início do século XIX o uso dos "ANTIGOS".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se pois, compreender as palavras do Irm.'. EDMOND MAZET, o conjunto da Maçonaria francesa do século XVIII a propósito da LOJA MÃE ESCOCESA DE MARSEILLE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, a Maçonaria foi introduzida naquele país por volta de 1725 pelos ingleses, emigrados jacobinos(7). Devemos ter um certo cuidado ao afirmar que existia uma Maçonaria Jacobina e uma Hanoveriana que seria representada pela Lojas constituídas alguns anos mais tarde pela Grande Loja Inglesa. Efetivamente é bom ter em mente que a jovem Maçonaria francesa tinha um objetivo político(8), mas nada indica que ela dividiu-se em duas e, primeiramente, em dois ritos. Todas as publicações desde a de Herault em 1737 até a 'MAÇONARIA DESMASCARADA" de 1751, nos olustram sobre os rituais praticados naquela época, monstrando que eles eram bastante uniformes nos graus simbólicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto quanto nos seja possivel julgar, estavam conforme àqueles praticados pela GRANDE LOJA INGLESA fundada em 1717. isto é o que se apreende na comparação feita entre as publicações francesas e inglesas, a saber: " A MAÇONARIA DISSECADA" de Prichard(9), muito mal traduzida para o francês em 1738 sob o título de "RECEPÇÃO MISTERIOSA"(tradução nouvelle em TRAVAUX DE VILLARD DE HONNECOURT Nº 8):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não se pode falar a propósito da LOJA MÃE DE MARSEILLE de um rito especififamente "escocês" nos graus simbólicos; deicando-se de lado o caso muito particular do RITO ESCOCÊS RETIFICADO, não existia na França uma Maçonaria tipicamente "escocesa" nestes graus, senão no começo do século XIX com o surgimento do RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO que se pode caracterizar sob este ponto de vista como uma antítese da tradição francesa do século XVIII, com a Maçonaria dos "Antigos". nada se encontra neste sentido no que concerne à LOJA MÃE ESCOCESA DE MARSEILLE que a situe no quadro da tradição francesa dos "MODERNOS".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) D. Ligou. Dictionaire de la Franc-Maçonnerie, 2 vol. Ed. de Navarre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) A palavra "Rit" era escrita desta forma: "rit", em 1830 conforme documento citado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) Os estudos do Irm.'. Frèderick Tristan da Loja de pesquisas Villard de Honnecourt, assinalam que as diferenças de rito não são "somente uma questão de forma, mas também uma questão de estilo, cada uma destas formas rituais trazem uma tradição maçônica viva e particular que nos obriga a respeitá-la. Assim é que a palavra RITO se impõe para designar não somente um conjunto formal, mas também a corrente iniciática e simbólica que este conjunto maçônico propõem e recelam a seus membros". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4) Ver artigo do Irm.'. EDMOND MAZET en TRAVAUX DE VILLAR DE HONNERCOURT nº I. pp 62-78;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5) Ao redor de 1785;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(6) Ver a este respeito o que escreveu o Irm.'. EDMOND MAZET no artigo citado na nota 4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(7) Ver P. Chevalier " Histoire de la Franc-Maçonnerie Franceise. Fayard Vol. I pp 4 e seguintes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(8) A Grande Loja da França parede ter sido fundada pelo Duque de Wharton , antigo Grão-Mestre da Loja Inglesa, que veio para a França em 1728 após ter abraçado o partido dos Stuart. Esta Grande Loja ficou durante alguns anos nos mãos imigrantes jacobinos aos mesmo tempo que a grande Loja Inglesa procurava estabelecer sua autoridade sobre a maçonaria francesa criando ou constituindo suas próprias Lojas. Dentro desta perspectiva, a eleição do Duque de Antin ao Grão-Mestrado em 1738 marca o jogo de dois grupos ingleses, os jacobinos e os londrinos, tentando controlar a Maçonaria francesa. Daí para frente será dirigida por Grão-Mestres franceses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(9) 1730&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-5267344438326293734?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/5267344438326293734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/09/as-origens-do-rito-frances-moderno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/5267344438326293734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/5267344438326293734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2009/09/as-origens-do-rito-frances-moderno.html' title='AS ORIGENS DO RITO FRANCÊS-MODERNO'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_muLaWRw76s8/SfOfQ_l4DwI/AAAAAAAAAJ8/0NCJYiBOWtk/s72-c/tablier+maitre+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4295335767440328601.post-5645429172239898503</id><published>2008-05-25T15:22:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T05:01:53.262-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estudos'/><title type='text'>Las siete herramientas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Las siete herramientas de medición y ejecución especulativa &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Desde los albores de la Humanidad, en las primeras fases evolutivas del homo sapiens, el ser humano aceleró dicha evolución intelectual y material, mediante el uso de instrumentos y herramientas. Cuando consiguió controlar su utilización para fines concretos, desarrolló fórmulas nuevas de vida. El uso de arcos, flechas, lanzas, entre otras cosas, le permitió obtener mejores resultados en la caza; actividad imprescindible para su supervivencia. El manejo de arados, palas, azadas y otros, le permitió desarrollar la agricultura, con lo que se abandonaba el nomadismo como regla de vida y se establecía el sedentarismo en los lugares adecuados para su devenir vital. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Es notorio e incuestionable que la evolución humana está íntima y solidariamente ligada al uso consciente de útiles y herramientas. Todos los instrumentos inventados o descubiertos por el hombre, han facultado un salto evolutivo en sus formas materiales de vida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;De vivir en cuevas o a la intemperie, el ser humano pasó a la construcción de chozas o habitáculos para diverso uso, utilizando los materiales naturales disponibles en su entorno inmediato. El siguiente salto cualitativo fue el uso de materiales prefabricados para alcanzar el mismo objetivo. La diferencia estriba en que de esta segunda forma, su imaginación y posibilidades de desarrollo avanzaron espectacularmente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Comenzando por realizar simples cubículos para su refugio, pero aplicando su intelecto en contínuo desarrollo y usando los instrumentos adecuados, el hombre alcanzó el punto de llegar a construir monumentales pirámides y majestuosas catedrales. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;La sofisticación y complejidad de instrumental necesario para la ejecución de tan magnas empresas, se fundamenta tan solo en SIETE elementos primarios. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Estos son: La Escuadra, El Compás, El Nivel, y La Plomada como elementos de planteamiento y medición. El Mazo, El Cincel y La Paleta como herramientas útiles de ejecución. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;La Escuadra ofrece una relación angular.&lt;br /&gt;El Compás facilita la determinación de distancias.&lt;br /&gt;El Nivel corrobora la horizontalidad.&lt;br /&gt;La Plomada establece la verticalidad. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Con estos cuatro elementos se puede determinar, con absoluta precisión, la posición de cualquier punto geométrico en el espacio, y por extensión la de cualquier recta y la de cualquier plano. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Entrando en abstracción geométrico-matemática, estableciendo un sistema de referencia, cualquier punto en el espacio se fija mediante coordenadas cartesianas o bien mediante coordenadas polares. Las primeras son situación horizontal (abcisas), y situación vertical (ordenadas). Léase NIVEL y PLOMADA. Las segundas son distancia a un origen predeterminado y ángulo sobre una recta de referencia. Léase COMPAS y ESCUADRA. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Respecto a las herramientas, con el Mazo se golpea y con el Cincel se dirige el impacto para obtener el fin deseado. Con la Paleta se restaura, se añade y se complementa el resultado obtenido por la acción de la percusión. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;La Francmasonería Universal tiene como último fin u objetivo la construcción y finalización de un Templo Moral y de Conocimiento que acoja a toda la Humanidad. Para ello utiliza instrumentos y herramientas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Con el devenir de los tiempos, la Masonería ha pasado de ser Operativa a ser Especulativa o Simbólica, es decir, que en la actualidad los elementos de trabajo masónico son simbólicos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Veamos una posible analogía de los siete elementos básicos: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;ESCUADRA: Angulo de 90º, ni agudo, ni obtuso, llamado también ángulo recto. Equivalencia, RECTITUD.&lt;br /&gt;COMPAS: Fijado un punto, se establece otro, otro, otro y así sucesivamente, todos equidistantes del fijado en primer lugar. Equivalencia, EQUIDISTANCIA.&lt;br /&gt;NIVEL : Línea horizontal. Equivalencia, IGUALDAD.&lt;br /&gt;PLOMADA : Línea vertical. Equivalencia, APLOMO. Rectitud en sus actos, Equidistancia con todos los seres humanos, Igualdad en el afecto y Aplomo en sus manifestaciones. Cuatro virtudes que enmarcan la vida de un masón.&lt;br /&gt;MAZO: Herramienta que transforma energía en arrancar imperfecciones. Equivalencia, VOLUNTAD.&lt;br /&gt;CINCEL: Util con el que se dirige a un determinado punto preestablecido la energía desplegada por el Mazo. Equivalencia, RAZON.&lt;br /&gt;PALETA: Elemento que restaña, contornea y pule la irregularidades. Equivalencia, TOLERANCIA. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Voluntad para mejorar, Razón para discernir y Tolerancia para compartir. Tres herramientas que, armónicamente conjugadas, y debidamente utilizadas, facultan al masón a pulir su Piedra Bruta a fin que su Piedra Cúbica llegue a formar parte del Templo Universal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;No se puede diseñar una construcción tan sólo con la escuadra y el nivel. O tan sólo con el nivel, la plomada y el compás. Hace falta usar los cuatro elementos para una satisfactoria concepción. Y del mismo modo, no se puede construir lo diseñado a falta de alguna de las tres herramientas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Los ocho elementos citados, en conjunto, armónica y proporcionalmente empleados, son imprescindibles para alcanzar el fin último de la masonería. No sobra ni falta ninguno. Están todos los que son y son todos los que están. Están a disposición del masón que desee andar por el camino hacia la Luz del Conocimiento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Uno de los grandes intelectos que en esta Humanidad han existido, Arquímedes, dijo: "Dadme un punto de apoyo y moveré el mundo".&lt;br /&gt;Con osadía, aunque humildemente, parafraseándole, se podría decir: DADME LAS SIETE HERRAMIENTAS MASÓNICAS Y TRANSFORMARE EL MUNDO.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Direitos de http://www.msmacom.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4295335767440328601-5645429172239898503?l=blog.ritoescoces.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blog.ritoescoces.com.br/feeds/5645429172239898503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2008/05/las-siete-herramientas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/5645429172239898503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4295335767440328601/posts/default/5645429172239898503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.ritoescoces.com.br/2008/05/las-siete-herramientas.html' title='Las siete herramientas'/><author><name>Ximenes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10048931911632881490</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-WElZ1UR2rOc/Tfq8Cm7f5uI/AAAAAAAAAVM/qrvJtaySzGA/s220/xx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
